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quarta-feira, 21 de abril de 2021

Esquerdismo é irracionalidade patológica: A esquerda vive do delírio populista de demagogos oportunistas

Quarta, 21 de Abril de 2021


A esquerda política é formada, a bem dizer, por dois grupos: aqueles que buscam o poder e os idiotas úteis que acreditam cegamente na ideologia socialista. Os do primeiro grupo frequentemente usam os do segundo grupo como massa de manobra para conquistar o poder político. Assim que os candidatos chegam ao poder, no entanto, eles rapidamente usam a máquina pública para se locupletar, enriquecer e buscar inúmeros privilégios e benefícios pessoais. A história de todos os países e de todas as ditaduras socialistas mostra isso efetivamente, para além de qualquer dúvida ou discussão. Isso são fatos, não é uma questão de opinião pessoal.

Os fatos históricos mostram, inexoravelmente, que a maior preocupação da esquerda política é em conquistar o poder. Os militantes — que por sua vez são usados como idiotas úteis e massa de manobra por demagogos oportunistas desesperados para alcançar o poder — são criaturas coléricas e intransigentes muito bem doutrinadas para agir como os cães de guarda dos seus candidatos de estimação.

De fato, militantes são doutrinados de forma a adorar o partido e seus representantes, sendo previamente condicionados a obedecê-los, custe o que custar. Os líderes da manada também sabem perfeitamente como doutrinar os idiotas úteis, usando as emoções como substância ideológica. Por essa razão, militantes comportam-se como criaturas sentimentais, que ficam encolerizadas por qualquer motivo. Jamais usam a razão no debate político, apenas a emoção. Se usassem a razão, compreenderiam perfeitamente a desfaçatez incoerente das irracionalidades que defendem.

De fato, há tanta irracionalidade no esquerdismo que não é nenhum pouco surpreendente que a esquerda destrua completamente um país quando chega ao poder — como é o caso de nações como Venezuela e Argentina. O que é surpreendente é que ainda existam pessoas idiotas o suficiente para acreditar nas falácias da esquerda. Isso acontece, no entanto, porque a esquerda ainda é predominante nos campos acadêmicos e culturais, o que permite a ela doutrinar com grande facilidade a juventude, que fica cada dia mais estúpida, imbecil e irracional em decorrência da lavagem cerebral progressista.

A verdade é que toda a deplorável doutrina ideológica da esquerda não passa de um repulsivo emaranhado de irracionalidades patológicas, que não fazem o menor sentido para uma pessoa inteligente. Completamente ignorante sobre economia e sobre como efetivamente funciona o estado, a militância de esquerda vive em um mundo de utópicas fantasias ideológicas que são completamente incompatíveis com a realidade prática.

Com demandas que não levam em consideração os custos econômicos das pautas defendidas, a esquerda esquece que o estado nada produz, mas vive exclusivamente de tudo aquilo que confisca da sociedade produtiva através de impostos. A militância não leva em consideração elementos de economia básica; ou seja, o fato de que tudo tem um custo. Esse custo, no final das contas, é sempre custeado pelos setores produtivos da sociedade, através de impostos excruciantes. Absolutamente nada no mundo é de graça. Aquilo que o estado — ou políticos populistas — afirmam ser gratuito geralmente tem o seu custo dobrado ou triplicado em licitações fraudulentas.

Sempre cultivando uma fé irracional no estado, a esquerda política vive do delírio populista de demagogos oportunistas — legítimos encantadores de burros por excelência — que simplesmente falam aquilo que a militância deseja ouvir, para conquistar eleitores. O desespero por benefícios assistencialistas é enorme e os populistas exploram isso para conquistar votos e chegar ao poder. De fato, é utilizando essa estratégia de forma corriqueira que os populistas de esquerda conseguem arrebanhar adeptos. O que é demasiadamente fácil, visto que militantes são por natureza criaturas histriônicas que anseiam arduamente por viver sem fazer esforço algum, sendo eternamente servidas pelo "generoso" e "benfeitor" estado assistencialista.

Evidentemente, a militância não se importa com o custo de todas as mordomias e benefícios que exige receber. Se o contribuinte vai ser esmagado por uma carga tributária excruciante, isso é irrelevante. Esquerdistas são criaturas egoístas que querem ser servidas a todo o custo. Doutrinadas para pensar que o trabalho é exploração servil, militantes são levados a acreditar que ser servido pelo estado é o ápice da evolução política.

Não obstante, militantes não passam de pirralhos mimados, prepotentes, arrogantes e egoístas que se escondem atrás de bandeiras supostamente sociais, porque na prática desejam levar uma vida fácil de ostensivo luxo e conforto, recebendo uma montanha de benefícios governamentais às custas dos pagadores de impostos.

A vadiagem institucionalizada pelo estado paternalista infantilizou de forma contundente uma expressiva parcela dos cidadãos da república. Por isso, são poucos os indivíduos ávidos por se tornarem pessoas ativas e produtivas, ao passo que existem em números desproporcionalmente superiores aqueles que se comportam como criancinhas histéricas e indolentes. Isso porque — em um país como o Brasil — não faltam incentivos a estímulos assistencialistas, que permitem aos militantes anticapitalistas serem sustentados pelo deus-estado e pelo papai-governo. Como Larry McDonald falou em um discurso proferido ainda na década de 1980, "há muito tempo as pessoas foram levadas a acreditar que vale mais a pena votar para viver, do que trabalhar para viver."

Lamentavelmente, isso tem alienado a juventude, distanciando-a da realidade. Por essa razão, os jovens se tornaram presas fáceis de utopias irracionais e perigosas, como o progressismo e o comunismo. O emburrecimento institucionalizado das massas e a total ausência de um sistema de ensino adequado — que estimule as crianças e os jovens a cultivarem suas faculdades de raciocínio — acabou criando legiões de criaturas facilmente impressionáveis, que são um território fértil para a esquerda explorar e converter, fazendo-os acreditar em todo o tipo de fantasias ideológicas impossíveis.

Por essa razão, tantos jovens acreditam em asneiras utópicas como o comunismo, não percebem que a esquerda é irracional em termos econômicos, não compreende o pragmatismo da realidade e defende aberrações maléficas como o desarmamento da população. Ironicamente, a maior parte dos jovens que defende abertamente o comunismo não conseguiria sobreviver por mais de uma semana em uma ditadura comunista como a Coreia do Norte.

Essa situação lamentável explica em grande parte porque o Brasil é um país soterrado no atraso e que sofre amargamente — em convulsivo desespero — de um intolerável e doloroso padrão de retrocessos crônicos, que inviabilizam o desenvolvimento da nação.

Não cuidamos da juventude, então temos que tolerar adultos doutrinados, histéricos, chorões e mentalmente infantilizados, que são completamente incapazes de compreender o que realmente gera progresso e prosperidade. Acreditam que a política é a solução para tudo e desejam ser sustentados pelo estado pelo resto de suas vidas. Isso só faz a sociedade ser ainda mais escrava do sistema, impedindo a consolidação de mudanças reais que possibilitem o desenvolvimento do país.

Militantes de esquerda são pessoas terrivelmente alienadas da realidade, em decorrência de sua excruciante ignorância econômica. E não é para menos. Economia e empreendedorismo nunca foram matérias escolares obrigatórias. Por isso, no Brasil, todos querem ser políticos ou funcionários públicos, mas ninguém quer inovar ou empreender.

Também pudera, décadas de esquerdismo resoluto transformaram o Brasil em uma versão universitária da União Soviética, onde empreender é arriscado demais e a carga tributária excruciante que pagamos serve para custear as lagostas, o caviar e os magistrais salários do STF. Por essa razão, muitos empresários estão indo embora. A esquerda tornou o Brasil um empreendimento inviável e ela pretende voltar ao poder para piorar ainda mais o que ela já arruinou. Se a esquerda retornar ao governo federal, a venezuelização do Brasil será uma iminente e inevitável realidade.

Wagner Hertzog

Fonte: Jornal da Cidade Online

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