martins em pauta

sábado, 9 de abril de 2011

Deputado federal da oposição reconhece determinação de Rosalba




Rosalba tem se movimentado com muita fé, muita determinação e muito trabalho. Querer resultado do governo em 100 dias é uma data mágica”.

- “Não sou muito fã dessa data magna de 100 dias, porque esse tempo no setor público é muito pouco e por mais que você trabalhe não consegue mostrar muito”.

Autor das frases: deputado federal João Maia (PR)

Nota do Blog: Esse João Maia e articulador...

Fonte: Robson Pires

Wellington tinha interlocutor, com quem falava sobre religião e jogos eletrônicos de guerra



RIO - A troca de e-mails de Wellington Menezes de Oliveira está sendo analisada pela equipe da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). Além da quebra do sigilo do correio eletrônico do assassino, os investigadores conseguiram rastrear um blog feito por Wellington, que usava a página na Internet para disseminar mensagens desconexas sobre religião e jogos como GTA e Counter Strike (CS), onde o jogador municia a arma com auxílio de um Speed Loader, um carregador rápido para revólveres, usado por ele no massacre de alunos na Escola Municipal Tasso da Silveira. Nos dois jogos, acumula mais pontos quem matar mulheres, crianças e idosos.

O fascínio de Wellington por jogos violentos também aparece no caderno apreendido na casa onde ele vivia desde outubro, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. Nas páginas, textos curtos e incoerentes, assim como os do blog, misturam islamismo, cristianismo, terrorismo e jogos eletrônicos. Há entre os escritos diversas referências ao atentado de 11 de setembro em Nova York e ao líder da Al-Qaeda Osama Bin Laden.

Há ainda no caderno trechos onde Wellington cita a intenção de realizar uma ataque aos impuros. O trecho remete à carta encontrada com o assassino pelos PMs, que interromperam o massacre na escola. No bilhete, além de instruções de como deveria ser sepultado, Wellington dizia que seu corpo não poderia ser tocado por impuros.

Um perfil de Wellington está sendo traçado pelos policiais da DRCI com base em centenas de e-mails que ele trocou com um homem ainda não identificado durante três meses de 2010. Nas conversas eletrônicas, Wellington fala com seu interlocutor sobre seu interesse em jogos eletrônicos violentos. Assim que for identificado, a pessoa que trocava e-mails com ele será chamada a depor. A delegada Helen Sanderberg, titular da DRCI, afirma que ainda é cedo para fazer qualquer comentário sobre o perfil do assassino, mas garantiu que as investigações estão no caminho certo.

— Não há como afirmar que o assassino tenha qualquer relação com a religião islâmica, embora faça comentários sobre isso na internet. O que posso dizer é que a investigação, a partir, de agora será toda na rede mundial — disse Helen.
Ação planejada pelo computador

A delegada confirmou que a Justiça decretou a quebra do sigilo de todos os IPs usados por Wellington nos empregos por onde passou.

— Vamos agora enviar ofícios para todas as empresas, para que enviem para nós informações sobre Wellington — afirmou Helen.

Os e-mails analisados até o momento foram enviados e recebidos por Wellington entre 17 de agosto e 18 de outubro do ano passado. Ele usou o computador de uma empresa de alimentação para acessar a internet. A DRCI também trabalha para tentar recuperar informações contidas na CPU do computador achado na casa do assassino em Sepetiba, que foi parcialmente queimado.

Uma espécie de força-tarefa foi montada por determinação da chefe de Polícia Civil, Marta Rocha, para investigar o caso. Além das equipes da Divisão de Homicídios (DH) e da Delegacia de Repressão aos Crimes na Internet (DRCI), atuam na investigação a Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE) e do Departamento Geral de Polícia Técnico-Científica.

As equipes envolvidas na investigação analisam os passos de Wellington nos últimos oito meses, logo após a morte de sua mãe de criação. Desde então, ele ficou ainda mais introspectivo e se mudou para Sepetiba, evitando os irmãos, que vivem em Realengo. A polícia acredita que, ao se mudar, Wellington começou a planejar o ataque.

Na sexta-feira os revólveres utilizados por Wellington, e as 66 cápsulas disparadas, além de um cinturão e um carregador de munições, foram apresentados. De acordo com o delegado Felipe Ettore, da DH, Wellington usava as duas armas, um revólver calibre 38 e outro 32, ao mesmo tempo. A Drae foi incumbida de investigar a procedência dos revólveres. Segundo Ettore, até o momento, sabe-se que uma das armas foi roubada em 1994 de um sítio. O outro revólver está com a numeração raspada.

Fonte: Voluvia

Dispensado do serviço militar, franco-atirador pode ter tido lições sobre armas em sites – acreditam especialistas

O Material apreendido com o atirador do Realengo

A habilidade com que o franco-atirador Wellington Menezes de Araújo manipulava os dois revólveres 32 e 38, usados no massacre, não foi adquirida nas Forças Armadas. Wellington se alistou para o serviço militar em 25 de abril de 2005, participando do processo seletivo em 4 de agosto do mesmo ano. Mas não prestou o serviço militar obrigatório, e foi posto na condição de excesso de contingente. Para especialistas, Wellington pode ter aprendido a manusear o revólver e a atirar assistindo a vídeos e acompanhando sites sobre o tema pela internet. Vizinhos e familiares do atirador já revelaram que ele costumava gastar horas em frente ao computador. Segundo um especialista, o fato de o atirador ter boa mira pode ser explicada pela curta distância que ele estava de suas vítimas. Além disso, por elas serem mais baixas do que ele, o atirador estava numa posição privilegiada para atingir os seus alvos: o coração e o tórax. A polícia informou que Wellington disparou mais de 60 tiros com o revólver calibre 38 contra os alunos e que recarregou nove vezes a arma. Três dos onze jovens feridos na tragédia seguem internados em estado grave, inspirando cuidados rigorosos.

Fonte: O globo

Polícia apresenta acusados de intermediar a venda de revólver ao atirador por R$ 250.


RIO - Os dois homens que teriam intermediado a venda por R$ 250 de um revólver ao atirador Wellington Menezes de Oliveira, responsável pelachacina que deixou 12 mortos na Escola Municipal Tasso da Silveira, na quinta-feira, em Realengo, foram indiciados por comércio ilegal de arma de fogo. A pena pode chegar a 8 anos, informou o delegado da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, neste sábado. O chaveiro Charleston de Souza de Lucena, de 38 anos e o vigia Izaías de Souza, de 48 anos, foram presos na madrugada deste sábado.

— Se eu soubesse que era para fazer isso, jamais teria feito o que eu fiz. Agora, infelizmente vou ter que pagar — disse Izaías ao site G1. — Eu acho que tenho parte da culpa, mas culpa diretamente pelo assassinato eu não tenho — disse ele, que quando viu a notícia do ataque chorou e pensou na filha e na enteada que estudam em uma escola em Sepetiba.

A PM chegou aos suspeitos a partir do relato de um informante, que teria presenciado uma conversa entre o chaveiro, vizinho de Wellington em Sepetiba, e o vigia. O informante desconfiou e acionou o 21º BPM (São João de Meriti), que enviou um policial à paisana a Sepetiba, onde o atirador morava. Policiais identificaram os dois suspeitos, que a princípio negaram ter participado da venda do revólver. Em seguida, porém, eles trocaram acusações e, mais tarde, acabaram confessando o crime na DH.

Segundo o G1, o chaveiro revelou à PM que Wellington era conhecido na região onde morava em Sepetiba pelo apelido de "Sheik", devido à barba longa que cultivou até dias antes do crime.

“Nós descobrimos esses dois homens porque um PM à paisana ouviu o vendedor comentar ao chaveiro, tá vendo aquela arma que te vendi, tá vendo como ela tava afiadinha?, olha o estrago que ela fez”, reproduziu o comandante.

De acordo com o sargento Paulo Augusto, responsável pela equipe que prendeu os dois homens, o chaveiro contou que conheceu Wellington após realizar um serviço na casa do rapaz. Segundo a declaração do chaveiro, o homem que promoveu o ataque à escola em Realengo alegou que queria uma arma para sua proteção.

No início da madrugada deste sábado, o delegado titular da Divisão de Homícidos (DH), Felipe Ettore, foi até o plantão judiciário pedir a prisão preventiva de Charleston e Isaías por porte ilegal de armas.

Os revólveres usados por Wellington e as 66 cápsulas disparadas, além de um cinturão e um carregador de munição, foram apresentados ontem. De acordo com o delegado Felipe Ettore, Wellington usou as duas armas — um revólver calibre 38 e outro 32 — ao mesmo tempo. O revólver 32 foi roubado em 1994 de um sítio.

Fonte: Jornal Extra

CONHEÇA AS VITÍMAS DO MASSACRE NA ESCOLA DO RIO DE JANEIRO
















Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos
-
Maria Madalena, avó de Ana Carolina, se emocionou ao passar em frente ao vaso de flores com o nome da neta “Tchau, minha netinha, tchau”. A menina ia para a escola sempre contente, segundo ela.
Bianca Rocha Tavares, 13 anos - Tinha uma irmã gêmea que também foi baleada pelo atirador. Sonhava em ser pediatra e morreu ao tentar salvar uma amiga, segundo relatos de amigos de classe. A avó lembrou que ela era vaidosa. “Era linda, gostava muito de ir à escola, tinha o cabelo comprido e cuidava dele com carinho”, afirmou Maria José dos Reis Rocha, de 59 anos.
Géssica Guedes Pereira, 15 anos - Estudiosa, Géssica participava um curso preparatório para entrar na Marinha. Ela jogava vôlei na escola e era fã de funk.
Igor Moraes da Silva, 13 anos - Sonhava em ser jogador de futebol. O amigo Douglas Ramaro lembrou que o menino estava feliz no dia em que morreu. O motivo: havia ganhado uma chuteira de presente. No seu enterro, Roberto Dinamite, presidente do Clube Vasco da Gama, compareceu. Igor era aluno da escolinha de futebol do clube.













Karine Lorraine Chagas de Oliveira, 14 anos
-
Karine queria ser atleta e integrava uma equipe de salto em distância de um projeto para jovens da polícia militar desde o início deste ano.
Larissa dos Santos Atanásio, 13 anos - Torcedora do time de futebol Vasco da Gama e religiosa, Larissa era também muito vaidosa. Já havia feitos desfiles e sonhava com a passarela. "Ela era sempre muito alegre e amiga. Conversava sempre com todo mundo. Tirava boas notas e queria seguir o sonho de ser modelo”, afirmou a amiga Jéssica Ferreira.
Laryssa Silva Martins, 13 anos - Segundo parentes, Laryssa era reservada e não saía muito de casa. Apesar disso, vários amigos compareceram ao seu enterro. No seu perfil no Orkut, a jovem mostrava que era fã de fotografias e sempre estava sorrindo nas fotos.
Luiza Paula da Silveira, de 14 anos - Fã de Ivete Sangalo, Luiza foi enterrada sob o canto de sua música preferida da cantora, “Quando a Chuva Passar”. Ela estava no 8º ano do Ensino Fundamental e se preparava para a festa de aniversário de 15 anos, que seria em setembro. “O pai já havia pago tudo e ela iria escolher o vestido na próxima semana", contou a amiga Jéssica Lauane.













Mariana Rocha de Souza, 12 anos
-
Um helicóptero da Polícia Civil jogou pétalas de rosa sobre o cemitério em que Mariana Rocha de Souza foi enterrada nesta sexta-feira. A menina, estudiosa, planejava ser modelo e sempre fazia poses para as fotos. O irmão dela, de 9 anos, estava na escola no dia do massacre e correu para procurá-la, mas a encontrou já na ambulância.
Milena dos Santos Nascimento, 14 anos - Estava no 6° ano do Ensino Fundamental da Escola Tasso da Silveira. Tinha duas irmãs que também estudavam na unidade de ensino, mas nada sofreram. De acordo com amigos, Milena era muito estudiosa e não faltava a nenhum dia de aula.
Rafael Pereira da Silva, 14 anos - Calmo, tranquilo e estudioso. Foi assim que vários amigos o definiram. Gostava de rock e era fã da banda Linkin Park. Ele foi um dos dois meninos mortos pelo atirador. Era aluno do 9° ano da Escola Municipal Tasso da Silveira.
Samira Pires Ribeiro, 13 anos - No site de vídeos Youtube é possível encontrar uma homenagem a Samira, que estava no 8º ano. Com a descrição “Foi Entregue nas Mãos de Deus!! Mais um Anjo”, o vídeo começa com uma imagem do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e a mensagem “Luto”.

Fonte: Focoelho

APOSENTADO JUNTOU 34 MIL REAIS EM MOEDAS PARA COMPRAR UM CARRO


Um aposentado da cidade de Bom Jesus da Serra, no sudoeste da Bahia, juntou, durante sete anos, R$ 34 mil em moedas de R$ 1. José Cardoso é mais conhecido como Seu Zio, tem 73 anos, e mora em uma fazenda depois da cidade de Bom Jesus da Serra, que fica a 444 km de Salvador.

O lugar tem pouco mais de dez mil habitantes. O sonho de Seu Zio era comprar um carro para comemorar as bodas de ouro com a esposa, Dona Maria. "Peguei o dinheiro no cofre, levei na concessionária e surpreendi todo mundo lá. Perguntaram: onde está o dinheiro? Eu disse: tá aqui. Abri a porta do carro e disse: só é transportar as moedas", lembra o aposentado.

Fonte: G1.com
via: Passando na Hora

Obrigado...



O blog Martins em Pauta atingiu somente no dia de ontem 9.713 Acessos, aproveitando o ensejo venho agradecer a todos os Leitores e seguidores, tento sempre manter atualizado este pequeno espaço para manter vocês bem informados.

Toda critica vindo de vocês construtivas ou não serão bem vindas pois serviram para melhorar mais ainda as postagem publicadas.

Grato e um Ótimo Final de Semana para Todos ...
Cícero Neto

















Lei do piso do professor vale para todo o país, decide STF


O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu na ultima quarta-feira (6), por 8 votos a 1, a validade da Lei do Piso Nacional do Magistério. Após adiar por duas vezes o julgamento do mérito da matéria, o Supremo rejeitou a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 4167. A ação alegava que a lei era inconstitucional, e havia sido impetrada por cinco Estados.
Leia mais

A lei, que foi sancionada em 2008, determinava o rendimento mínimo por 40h semanais de trabalho para professores da educação básica da rede pública. O valor atual do piso é de R$ 1.187,14, que passa a ser considerado como o "vencimento básico" da categoria, ou seja: gratificações e outros extras não podem contar como parte do piso.

Os ministros Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Ayres Britto e Gilmar Mendes votaram a favor do piso; as ministras Cármen Lúcia e Ellen Gracie o aprovaram parcialmente; e o voto do ministro Marco Aurélio Mello foi o único contrário à lei.

Os proponentes da ADI queriam que o termo "piso" fosse interpretado como remuneração mínima, incluindo os benefícios, sob a alegação de que os Estados e municípios não teriam recursos para arcar com o aumento.

“Não há restrição constitucional ao uso de um conceito mais amplo para tornar o piso mais um mecanismo de fomento à educação”, defendeu o ministro Joaquim Barbosa, relator da ação, durante seu voto.

Além disso, os representantes dos Estados contrários ao piso alegaram que haveria cidades que não teriam verbas suficientes para cumprir a lei e que a norma feria o pacto federativo previsto na Constituição, uma vez que dizia respeito ao orçamento e à gestão de Estados.

TEMPO PARA ATIVIDADES EXTRACLASSES AINDA SERÁ DISCUTIDO

Por meio da ação impetrada no mesmo ano da sanção da lei, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará também questionavam pontos específicos, tais como a regra de que um terço da carga horária do professor deveria ser reservado para atividades extraclasse, como planejamento de aula e atualização. Esse dispositivo foi suspenso pelos ministros à época da aprovação da lei, e voltou a ser discutido hoje.

Parte dos ministros considerou que há invasão da competência legislativa dos entes federativos (estados e municípios) e, portanto, violação do pacto federativo. Com isso, não se chegou ao quórum necessário de seis votos para a declaração de constitucionalidade ou inconstitucionalidade dessa norma.

O ministro Ayres Britto, que presidiu a sessão, afirmou que a votação deste item deve ser retomada na próxima semana.

Informações Emidio Senna

FAB resgata 2 passageiros de helicóptero e confirma 3 mortes

Helicóptero desapareceu nesta quarta-feira após decolar de uma base do Exército em Surucucu com destino a Boa Vista, em Roraima

Foto: FAB/Divulgação

Clareira aberta na mata após a queda de helicóptero

Dois passageiros do helicóptero que estava desaparecido desde a noite de quarta-feira (06) em Roraima foram resgatados na tarde desta sexta-feira, pelo helicóptero H-60 Blackhawk. Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), o piloto da aeronave foi levado para o Hospital Geral de Roraima e o outro sobrevivente, funcionário da Comara (Comissão de Aeroportos da Região Amazônica), permanece na Base Aérea de Boa Vista (BABV) aos cuidados do Esquadrão de Saúde. “Um dos sobreviventes disse que estava com dores nas costelas e possuía escoriações. Já o outro aparentava tranqüilidade e estava andando normalmente”, afirmou o Tenente Aviador Felipe Bottino. Outros três ocupantes da aeronave morreram.

Segundo informações da Força Aérea Brasileira (FAB), os sobreviventes foram avistados às 15h15 por um avião a uma distância aproximada de 140 km a oeste de Boa Vista. A tripulação então acionou o helicóptero da FAB, que realizou o resgate. “A região era densa. Os sobreviventes estavam acenando com tecidos brancos para facilitar a visualização. Descemos os militares especializados em resgate e as duas pessoas foram içadas via guincho”, explica o Tenente Aviador Felipe Bottino, comandante do Blackhawk.

Foto: FAB/Divulgação

Resgate de um dos sobreviventes do acidente aéreo

O helicóptero Esquilo AS 55, da JVC Aerotáxi, havia desaparecido na região da reserva indígena Yanomami. Ele decolou da base do Exército às 17h40 (horário local) de quarta-feira, mas desapareceu a 140 quilômetros a oeste de Boa Vista, quando emitiu sinal de emergência, que indica queda ou pouso forçado.

A aeronave transportava um funcionário civil da Comissão de Aeroportos da Amazônia, ferido em acidente com uma retroescavadeira. A suspeita é que Antônio José de Melo teria sofrido traumatismo craniano.

Nesta operação, foram voadas 26 horas e coberta uma área de 1.321,99 km². Atuaram diretamente neste trabalho 28 militares da Força Aérea Brasileira, coordenados pelo Salvaero Amazônico e Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta 4), localizados em Manaus (AM).

com informações da AE

Martins amanhece com chuva e um friozinho daqueles que só a serra tem.



Dia amanhece com chuva em Martins-RN neste Sábado (09/04), e o clima frio deixa a cidade mais aconchegante.

Fonte Martins em Foco



Lula: o novo milionário do Brasil.



Lula é o mais novo “milionário” da praça.

Com os cachês das palestras já contratadas, o faturamento do ex-presidente já passa de US$ 1 milhão.

Até o fim de maio a agenda está tomada.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

52º Homicidio em Mossoró em 2011


O Centro Integrado de Operações de Segurança Publica, Ciosp do 2º batalhão de policia militar registrou o 52º crime de homicídio em Mossoró. O crime aconteceu no inicio da tarde de sexta feira 08 de abril de 2011 no bairro Quixabeirinha. "Paulo Cesar Oliveira da Silva", Boy Cesar 26 anos de idade, desocupado, foi morto dentro de casa e na frente da esposa e seus filhos menores de idade. Segundo informações, a esposa de Boy Cesar estava sentada na porta da residência quando percebeu a aproximação de cinco pessoas armadas. A mesma comunicou o fato ao esposo. Boy Cesar ainda tentou saber quem eram as pessoas, mas foi surpreendido dentro de casa com cerca de oito disparos de arma de fogo, que atingiram o mesmo em todo corpo, principalmente na cabeça. Boy Cesar morreu antes da chegada do socorro. O delegado Ruberio Pinto informou que já sabe o nome dos acusados e disse também que todos são do bairro carnaubal. Ele acredita que seja mais um homicídio que envolve o uso e trafico de drogas nos bairros periféricos de nossa cidade. Policiais da viatura Rocam fizeram o isolamento da área até a chegada dos peritos do itep que removeram o corpo de Boy Cesar para os trabalhos de necropsia.

Click aqui para ver as imagens Fortes

Fonte O camara

Mais um Mostro Preso

PRESO É OBRIGADO A DANÇAR NA BOCA DA GARRAFA, FAZER SEXO ORAL E ANAL




A vida do pai de família José Cícero Limeira da Silva, 36 anos, tomou rumos tenebrosos desde a noite desta segunda-feira, 04, quando




ele foi preso acusado de tentar estupra a própria filha de apenas cinco anos de idade.
Cíço, como é conhecido na cidade de Igaci, local onde ocorreu o fato, disse à polícia que tentou o estupro por que sua esposa ameaçava deixá-lo.
Revoltados com a atitude do acusado, os companheiros de cela de Ciço o obrigam a praticar, com eles, sexo




anal e oral. “Nós estamos presos aqui porque erramos, mas fazer isso com a própria filha é um absurdo. Ele vai ser o nosso brinquedinho aqui dentro”, disse um dos presos.

O acusado, que teve as sobrancelhas raspadas e está semi-nu, ainda é obrigado a dançar na boquinha da garrafa.


CONFISSÃO:
A filha de Ciço contou à polícia o que o pai a obrigou fazer, “o painho tentou colocar o ‘piu piu’ dele na minha boca”, revelou a criança aos agentes da PC.

Fonte:Focoelho

Helicóptero da JVC continua desaparecido em Roraima


Aeronáutica foi obrigada a interromper as buscas no final da manhã devido a fortes chuvas na região. Busca por terra também não localizou aeronave

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou, por volta das 14h20 (de Manaus) desta sexta-feira (8), que as buscas pelo helicóptero Esquilo, prefixo PT-HNA, foram retomadas após um forte temporal que atingiu o Estado de Roraima no final da manhã e que interromperam as operações na área onde a aeronave teria emitido o último sinal, a aproximadamente 140 km a Oeste de Boa Vista.

Pela manhã, o helicóptero Blachhawk e o avião SC-105 Amazonas da FAB refizeram a rota que deveria ter sido feita pelo helicóptero da empresa JVC na quarta-feira (6) quando desapareceu.

Cinco militares da Aeronáutica chegaram a fazer buscas em terra mas nada encontraram, como informou o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (Cecomsaer).

Na quinta-feira (7), as aeronaves da FAB voaram mais de 16 horas e percorreram uma área total de 1.284 km² durante o primeiro dia de buscas.

O helicóptero da JVC voava da aldeia indígena de Surucucu para Boa Vista com cinco pessoas a bordo: o piloto Alberto Farias, o mecânico José Galvão, o enfermeiro João Júnior, o médico do Exército Oswaldo Nogueira da Silva, e Antônio José Melo, funcionário da Comissão de Aeroportos da Amazônia (Comara) – órgão ligado ao Comando da Aeronáutica.

Toda a Operação de busca é coordenada pela Força Aérea Brasileira por meio do SALVAERO Amazônico e do Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), localizados em Manaus (AM).

Fonte Portal a Crítica

Família está indignada por não conseguir doar órgãos de vítima em Realengo

Rio - A família de Igor Moraes da Silva, de 13 anos, um dos alunos mortos no massacre ocorrido nesta quinta-feira, na Escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste da Cidade, está indignada por não conseguir doar os órgãos do menino. Segundo a mãe da criança, o processo burocrático pede a assinatura do pai de Igor, José da Silva, que desapareceu e não mantém nenhum tipo de contato com a família.

Foto: Álbum de família
Foto: Álbum de família

Inês e o irmão mais novo de Igor, Eduardo Moraes da Silva, de 11 anos, chegaram por volta de 15h no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste, para acompanhar o enterro da vítima do atentado. Eduardo, que chegou com rosas na mão para jogar no caixão, dizia estar muito triste e aparentava estar bastante abatido.

Eduardo é aluno da 5ª série do mesmo colégio que o irmão, na sala 7, que fica ao lado da sala 5, onde Igor estava quando foi assassinado. Segundo Eduardo, a sua turma ficou trancada na sala de aula no momento do tiroteio, ouvindo os tiros vindos do local onde o irmão estava.

Segundo colegas da vítima, que acompanharam o velório ao lado da família, Igor era bastante ativo, apaixonado pelo Flamengo e seu sonho era ser jogador de futebol.

Tristeza e dor no sepultamento das vítimas

Aproximadamente 2 mil pessoas compareceram ao Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio, para acompanhar o sepultamento de quatro crianças vítimas do ataque a tiros à Escola Tasso da Silveira, em Realengo. Por causa da comoção e do forte calor, 50 pessoas precisaram de atendimento médico durante as cerimônias de sepultamento de Larissa dos Santos Atanázio (13 anos), Luisa Paula da Silveira Machado (14 anos), Rafael Pereira da Silva (14 anos) e Karine Lorraine Chagas (14 anos).

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, compareceu ao velório e percorreu as capelas e ouviu críticas de alguns dos presentes pela falta de segurança na escola. Os secretários de Assistência Social, Rodrigo Bethlem, e de Conservação, Carlos Osório, também estiveram presentes. Paes afirmou que se reunirá com seu secretariado para definir as estratégia de ajuda às famílias e alunos da escola. Durante as cerimônias, um helicóptero da Polícia Civil sobrevoou o local e jogou pétalas de flores sobre as pessoas

O cenário também foi de dor e tristeza no Cemitério Murundu, em Realengo. Oito médicos precisaram ser chamados às pressas e duas ambulâncias estão no local. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, esteve no cemitério durante 15 minutos e abraçou os pais das crianças. Mais de 200 pessoas estiveram presentes ao cemitério onde foram sepultadas Bianca Rocha Tavares, Géssica Guedes Pereira, Laryssa Silva Martins e Mariana Rocha de Souza.
Pai adotivo de Rafael Pereira da Silva se desespera durante enterro no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap
Fonte e Fotos: Carlos Moraes / Agência O Dia

Contato : (84) 9604-4055

Contato : (84) 9604-4055