martins em pauta

sábado, 3 de janeiro de 2026

VÍDEO: Foram necessários 47 segundos para capturar Maduro, diz Trump

Sábado, 04 de janeiro de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a captura de Nicolás Maduro durou 47 segundos, apesar da presença de forças de oposição e do risco de reação armada.

Segundo Trump, a operação foi planejada em sigilo para evitar vazamentos, que ele atribuiu ao Congresso americano. Apesar da rapidez, o presidente afirmou que a execução foi complexa.

“Levou 47 segundos, mas foi muito difícil. Ele chegou até a porta, mas não conseguiu fechá-la”, disse Trump, relatando que acompanhou a ação de perto.

O republicano também afirmou que as tropas enfrentaram resistência e risco de retaliação durante o avanço, destacando a presença de “muitos adversários” no local.

Treino em réplica de esconderijo e informante

Tropas de elite dos EUA, incluindo a Delta Force, criaram uma réplica do esconderijo de Maduro e treinaram a entrada na residência fortificada.

A CIA mantinha uma equipe em solo desde agosto, fornecendo informações sobre a rotina de Maduro, o que facilitou a captura, segundo uma fonte.

Outras duas fontes disseram à Reuters que a agência também contava com um informante próximo a Maduro, pronto para indicar sua localização exata durante a operação.


Opinião dos leitores

Maduro caiu: o socialismo latino-americano expõe crime, miséria e tirania

Sábado, 03 de janeiro de 2026




Durante anos, a esquerda continental sustentou Maduro com slogans, distorções e cumplicidade. Rebatizou ditadura como “democracia popular”, fome como “bloqueio” e repressão como “defesa da revolução”. O quadro sempre foi direto. A Venezuela tornou-se um narcoestado falido, comandado por um grupo ideológico que saqueou o país e o conduziu à miséria.

O tema deixou de ser econômico ou partidário. O socialismo do século XXI mostrou o que é. Não governa, domina. Não persuade, impõe. Não produz, saqueia. Quando o discurso se esgota, surge o fuzil. Quando o fuzil falha, entra o tráfico. O roteiro se repetiu em Caracas, ocorreu em Havana e se ensaia em países que flertam com a tirania.

A reação do regime após a operação americana revelou o que a retórica escondia: fragilidade e desordem. O chefe sumiu. O Alto Comando hesitou. Porta-vozes pediram calma porque o poder já não respondia. Revoluções resistem; ditaduras mafiosas se dissolvem.

Donald Trump fez o que diplomatas evitaram por décadas. Enquanto organismos internacionais produziram notas vazias e relatórios ignorados, os Estados Unidos agiram contra um regime que exportava drogas, abrigava terroristas e gerava instabilidade regional. Houve uso da força. A legitimidade supera a alternativa de permitir a decomposição de um país inteiro em nome de uma ideologia falida.

A reação da esquerda segue o padrão. Fala em “imperialismo” enquanto ampara ditadores apoiados por Irã, Rússia e redes do narcotráfico. Invoca “soberania” enquanto milhões cruzam fronteiras para fugir da fome. A soberania defendida é a do tirano sobre o estômago vazio da população.

Convém não confundir exceção com regra. Maduro representa o padrão. Regimes socialistas que rejeitam alternância de poder, imprensa livre e economia funcional terminam em repressão, escassez e crime. A variável é o tempo até o colapso.

A queda de Maduro envia um recado direto a autocratas ideológicos. Não há blindagem permanente. Retórica antiamericana não protege quando o Estado vira organização criminosa. Do Oriente Médio à América Latina, o limite foi alcançado.

A Venezuela ainda enfrentará um caminho difícil. A destruição deixada pelo chavismo não termina com a prisão de um homem. Uma certeza permanece: o socialismo perdeu o carcereiro.

O chavismo encerrou sua trajetória como começou: com mentira, saque e fuga.

O socialismo latino-americano voltou a provar que não fracassa por pressão externa, mas por sua própria natureza.

Foto de Carlos Arouck

Carlos Arouck

Policial federal. É formado em Direito e Administração de Empresas.

Fonte: Jornal da Cidade Online

VIVA LA LIBERTAD CARAJO! Milei comemora queda de Maduro e deixa Lula em "parafuso"

Sábado, 03 de janeiro de 2026


Em uma publicação no X, Milei reproduziu a notícia da captura de Maduro e escreveu: "A liberdade avança" e continuou com o seu tradicional bordão:

"VIVA LA LIBERTAD CARAJO!"

O presidente argentino publicou um vídeo onde fala duras verdades sobre o regime de Maduro na cara do petista Lula - que fica completamente perdido.

Veja: 

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

Contato : (84) 9 9151-0643