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sábado, 18 de junho de 2022

O avanço de Bolsonaro para conter os reajustes de combustíveis e a vingança do Conselho da Petrobras

Sábado, 18 de Junho de 2022

Assim que o anúncio de demissão do presidente da Petrobrás tomou forma, o Conselho da companhia correu para reajustar os preços, logo após o anúncio do limite do ICMS dos Estados. Uma vingança clara, pelo avanço do presidente no sentido de tentar conter os reajustes através da pressão na parte privada da empresa.

Coelho vai sair, mas deixou o prejuízo. Claro que Arthur Lira não ia deixar barato, visto todo o trabalho da Câmara neste feriado. Assim um conjunto de propostas começa a rodar no legislativo. O Conselho comprou uma briga feia, e fica difícil ver como isso vai terminar.

A PPI determina um atraso para reajustes. Isso foi tratado ainda na gestão Temer. Porém os caras ganham demais nessa, e entendem que intervenções diretas mandam sinais negativos para investidores internacionais. Eles sabem que Bolsonaro não quer que esses investidores fiquem com receio, ainda mais quando a economia do país cresce enquanto o mundo está mergulhado no caos.

Assim a privatização entra no radar, mas não só ela, como também a quebra do monopólio. O governo pode ainda, aprovar meios para que a compra de combustível já chegue refinado de outros locais, o que pressionaria a companhia, que ficando com estoques cheios, seria obrigada a vender mais barato. Poderia ainda recomprar ações, taxar lucros ou extinguir a própria PPI em um regime de urgência.

Tanto o Conselho, como o próprio Coelho estavam correndo das declarações a imprensa, mas uma determinação de Mendonça pedindo explicações, caiu como uma bomba no colo dos caras. As justificativas vão trazer informações que podem compor até uma possível futura CPI sobre a política de preços adotada.

O governo já tenta delimitar os objetivos dela para que a oposição não ache brechas em ano de pleito.

Isso mostra que ficou bem claro que existem forças maiores, de âmbito internacional, agindo para que Bolsonaro não seja reeleito.

Porém, as reações das próximas três semanas, vão mostrar o quanto os caras vão ter de rebolar para isso não acontecer.

Foto de Victor Vonn Serran

Victor Vonn Serran

Articulista

Fonte: Jornal da Cidade Online

A voz do gigante

 Sábado, 18 de Junho de 2022

Estamos a pouco mais de quatro meses das eleições presidenciais e até aqui a turba oposicionista de um modo geral e os vermelhos em especial não trouxeram uma só proposta, um programa qualquer ou uma simples ideia relativa ao que pretendem se, por ventura, puderem voltar ao poder.

Tudo que proclamam ou pregam para suas cativas plateias se inicia e se consome em um tresloucado objetivo: destruir o Presidente eleito, processar e prender sua família e banir da vida pública sua equipe de ministros e colaboradores, a começar pelos militares.

Essa linha de procedimento lastreada em proposições odientas e absurdas, condenáveis no fundo e na forma, acaba por se voltar contra os próprios proponentes, principalmente porque o governo atual, dando demonstrações de probidade e de competência, vem colecionando resultados extraordinários impossíveis de serem desprezados.

Tudo aquilo quanto os Ministérios de Tereza Cristina e de Tarcísio de Freitas construíram ou o quanto progrediu o País da “Nova Ordem Brasileira” sob o comando do Capitão e de Paulo Guedes tornou-se simplesmente surpreendente, inobstante a mídia dos Barões das Comunicações tenha, “psicoticamente”, tentado escamotear do distinto público, ao longo destes mais de três anos e meio de governo.

Não fossem a rede mundial de computadores e as mídias sociais, o Brasil e o mundo não fariam o menor juízo do descalabro em que se tornou esta guerra insana travada para tentar implantar, nestas plagas, o social-comunismo que, por sua vez, o sujo STF pretende ganhar sob a liderança do “Ogro Descondenado”.

Como são abjetos os medíocres mandarins da Suprema Corte que prestam vassalagem a ex-presidentes corruptos!

Posto que estejam brigando para ver sua Pátria submetida a um regime assassino, contrário à índole e à natureza do nosso povo, deveriam ter escalado um líder a altura dessa tarefa ingente e não um “moleque de rua qualquer”.

Pois é justo isso que este porcaria de nove dedos representa: um moleque de rua, sem origem, sem história de vida honrada, sem respeito a quem quer que seja, capaz inclusive de usar o cadáver da mãe dos seus filhos como álibi em seus crimes e que até o nome de batismo renegou para adotar a alcunha recebida de seus comparsas nas portas dos botequins da vida. Entretanto, sob um determinado aspecto o bruto acertou, qual seja: bandido não é conhecido pelo nome próprio e sim pelo apelido.

Nem mesmo o nefando crepe negro, com o qual a velha imprensa cobre as vistas do povo deste País consegue esconder do mundo a figura deste verme que envergonhou o Brasil perante o concerto das Nações livres e soberanas.

Diferentemente do que ocorre no Brasil, quem quer que viva atualmente no exterior – na Europa ou nos Estados Unidos, por exemplo - bem sabe que a imagem e o conceito do bruto se iguala a de outros governantes corruptos que, em um passado não muito distante, já foram presos ou mortos por crimes praticados contra os povos de seus países, como são os casos dos ex-ditadores: Noriega (Panamá), Morales (Bolívia) e, antes destes, Idi Amim Dada (Uganda); Somoza (Nicarágua) Milosevic (Iugoslávia), todos ladrões e assassinos de triste memória.

Vou parar por aqui. Este é o Brasil do qual não quero tratar. Quero tratar do Brasil que até a Nação mais poderosa do mundo sabe que dele não pode mais prescindir e que a ele precisa estar aliada para não fracassar, nestes tempos de tragédia mundial.

É por isso mesmo que, nesta semana - na qual o Gigante das Américas inicia um novo tempo a partir da privatização da Eletrobrás - quero falar do Brasil que agora se apresenta ao mundo como a terra da promissão, durante a crise de alimentos que já assola o planeta.

Ouça-se a voz do campo. Com base nos dados que se pode colher nos sites das entidades especializadas do agronegócio, destaco este imenso País como principal exportador mundial de soja, suco de laranja, café, açúcar e das carnes bovinas e de frango, que não só tem potencial de produção para alimentar a sua população, mas também por responder pelo abastecimento de vários outros países.

Realmente. Crescendo sem parar, o agronegócio brasileiro multiplicou sua produção e expandiu seu mercado de vendas pelo mundo. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA/USP), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o PIB do Agronegócio cresceu 8,36% no ano passado, quando se compara 2021 com 2020. O setor foi responsável por 27,4% no PIB brasileiro, marca não alcançada desde 2004, quando bateu 27,53%.

Esse crescimento está se alinhando com a demanda mundial. O CEPEA destaca que esses números foram alcançados graças a uma produtividade mais eficiente. O ganho de produtividade vem com o avanço da tecnologia no campo.

A população mundial deve chegar a 10 bilhões de pessoas até 2050, segundo a ONU, exigindo mais produção de comida. O Brasil, que tem vocação natural para agropecuária por conta da sua estrutura geográfica, pode ser o protagonista do mercado no futuro, como um grande fornecedor de alimentos.

Somente de grãos, o país deve produzir mais de 270 milhões de toneladas esse ano, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ou seja, em torno de 12 milhões a mais do que o ano passado. Diz o CNA: “[...] os números tendem a se manter em alta. Mercado não falta. Competência para produzir nós temos. E área para plantar a gente tem também, sem precisar desmatar”.

Por sua vez, o Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Viçosa - UFV explica que o Brasil não apenas fornecerá alimentos, mas também desenvolverá novas tecnologias para outros países, atreladas à consciência ambiental, como energias mais limpas e sistemas agroflorestais. “Espera-se crescimento também na produção de fibras, de bioenergia e de papel. Florestas plantadas para produção de celulose também tendem a aumentar bastante, tendo em vista uma maior demanda esperada por produtos renováveis e embalagens”, projeta.

Esse mercado, mais tecnológico, demanda para as universidades a formação de profissionais conectados com a inovação. “A demanda pelos cursos de agronegócio ou relacionados a essa “bioeconomia” tem sido crescente, muito em função do bom resultado econômico do procedimento presente, a boa empregabilidade dos profissionais desse segmento e boas perspectivas de absorção dessa nova mão de obra capacitada para o uso dessas novas ferramentas tecnológicas”, comenta o diretor do CCA da UFV, uma baita universidade onde vi meu filho caçula se formar em engenharia civil, no final da década de 1990.

Quem não tem dúvida alguma quanto a tudo isso é o “Tio Sam” que, durante a IX Cúpula das Américas, viu o Presidente do Brasil ser a estrela do encontro, enquanto algumas almas penadas como Fernandes da Argentina circulavam atônitos, assistindo o Capitão dar lições ao mundo de como se conduz uma Nação livre, independente e que não transige com sua liberdade.

Foto de José Maurício de Barcellos

José Maurício de Barcellos

Ex-Consultor jurídico da CPRM-MME. É advogado.

Narcotráfico matou Dom e Bruno. E agora? Não haverá mais como capitalizar politicamente a tragédia...

 Sábado, 18 de Junho de 2022

O jornalista LucianoTrigo publicou um artigo primoroso nesta sexta-feira (17), no jornal Gazeta do Povo. Pedimos licença para oferecer a transcrição na íntegra para os leitores do Jornal da Cidade Online.

Eis o texto:

“Um dos sinais mais tristes da degradação moral e da sordidez espiritual do nosso tempo é a exploração política da morte pelas carpideiras ideológicas. Como urubus em cima da carniça, nos últimos 10 dias a lacrosfera se mobilizou em peso nas redes sociais e na grande mídia para tentar jogar no colo do governo a responsabilidade pelo desaparecimento do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips no Vale do Javari, na Amazônia.

Parecia revolta? Era apenas vigarice. A indignação, como sempre, foi seletiva: a tragédia só interessava como pretexto para exibir virtude, ficar bem na fita e sabotar o adversário de sempre.

Protestavam e derramavam lágrimas de crocodilo, mas no íntimo estavam comemorando. Porque, sempre que uma tragédia pode ser usada contra o governo e capitalizada politicamente, eles festejam, com mal disfarçado entusiasmo. Só querem palco, tribuna e palanque para ostentar superioridade moral e exercer seu ativismo.

Que tristeza.

Pois bem, para frustração dessa turma, ontem foi revelado que Dom e Bruno foram assassinados não por garimpeiros, nem por madeireiros, nem por desmatadores, nem pela policia fascista e genocida (isso, então, seria motivo de orgasmos), mas a mando de um narcotraficante: o peruano Rubens Villar Coelho, também conhecido como “Colômbia”.

Aparentemente, a presença do jornalista e do indigenista estava prejudicando o transporte de cocaína na rota entre o Brasil e o Peru. Motivo suficiente para os dois serem amarrados em uma árvore, torturados, assassinados e eviscerados. É a lei do tráfico, e não é apenas em regiões remotas da Amazônia que essa lei impera.

E agora? O que farão e dirão os justiceiros sociais? Por honestidade moral e intelectual, deveriam demonstrar indignação contra o narcotráfico que domina a região sem qualquer preocupação com a vida humana, muito menos com o meio ambiente. Mas, como escrevi neste artigo, contra traficante, no Brasil, ninguém faz protesto.

Fosse sincera a indignação contra a tortura e o assassinato de Dom e Bruno, todos aqueles que fazem do gesto de apontar o dedo uma razão de viver demonstrariam agora revolta contra o narcotráfico, exigindo justiça e combate implacável aos criminosos. Ou não?

Quando a indignação é seletiva, não é de indignação que se trata, apenas de estratégia e método

O ator famoso, a funkeira empoderada, o imitador de foca, o fotógrafo premiado, o índio de passeata, o antropólogo esquerdopata, o jornalista checador de meme, os exilados em Paris, o youtuber de pronome neutro e todos aqueles que fizeram dos desparecidos pretexto para a militância do ódio do bem: será que algum deles dirá uma palavra sequer contra o tráfico? Podem esperar sentados: nunca disseram, não será agora que dirão.

Estranhamente, nessas horas, os indignados se recolhem a um silêncio quase reverente. Talvez porque, politicamente, estejam do mesmo lado do mandante dos assassinatos. Ou são partidos e governos de direita que a indústria da droga financia na América Latina? Ou são de direita os chamados “narcogovernos” da Bolívia, da Colômbia, da Venezuela e do México? Que partidos e governos são apoiados pelas Farc? São de direita?

Para ilustrar a relatividade moral dessa gente, basta lembrar o caso das três crianças de Belford Roxo barbaramente torturadas e assassinadas por traficantes, em dezembro de 2021, tema deste artigo.

Pobres e negros, três meninos foram executados por causa de uma gaiola de passarinho. Onde estavam os virtuosos que nos últimos dias demonstraram tanta indignação com o desaparecimento de Dom e Bruno? Não derramaram uma lágrima, não disseram um “ai”.

Desconfie de quem só protesta contra mortes que podem ser capitalizadas politicamente. Quando a indignação é seletiva, não é de indignação que se trata, apenas de estratégia e método.

Tivessem sido as crianças de Belford Roxo assassinadas por policiais, aí sim elas seriam dignas da revolta da militância progressista. Mas os assassinos eram traficantes, então os virtuosos ficaram em silêncio, fazendo de conta que não era com eles. Negras ou brancas, vidas não importam quando quem as tira é o dono da boca que se frequenta, ainda que simbolicamente.

De maneira similar, tivessem sido outros os assassinos, Dom Phillips e Bruno Pereira renderiam protestos até a eleição. Faixas e cartazes com a pergunta “Quem matou Dom e Bruno?” seriam exaustivamente exibidos em horário nobre. Não faltaria gente insinuando que o crime foi encomendado pelo próprio presidente.

Mas, como agora se sabe que quem mandou matar Dom e Bruno foi um traficante, subitamente o mandante do crime deixou de ter importância. A mídia deixará de lado esse “detalhe” para tentar espremer os últimos dividendos do caso, depois vai abandonar o assunto. (Você viu manchetes destacando a identidade e a ocupação do mandante? Nem eu.)

Como foi um traficante que mandou torturar, eviscerar e matar Dom Phillips e Bruno Pereira, não haverá mais como capitalizar politicamente a tragédia. De novo, não foi dessa vez. As carpideiras ideológicas vão ter que torcer por outros cadáveres para explorar.”

Texto de Luciano Trigo, publicado originalmente no jornal Gazeta do Povo. O autor é escritor, jornalista, tradutor e editor de livros. Autor de 'O viajante imóvel', sobre Machado de Assis, 'Engenho e memória', sobre José Lins do Rego, e meia dúzia de outros livros, entre eles infantis.

Fonte: Jornal de Cidade Online

AO VIVO: Dia histórico de Bolsonaro em Natal / A sabotagem dos combustíveis (veja o vídeo)

 Sábado, 18 de Junho de 2022

O presidente Bolsonaro foi mais uma vez aclamado pelo povo, dessa vez em Natal, capital do Rio Grande do Norte. Os cidadãos honestos sabem quem está lutando pelo bem do Brasil! 

Para falar sobre esses e outros assuntos, o Jornal da Cidade Online recebe o advogado Henrique Oliveira e o jornalista Diogo Forjaz. 

Enquanto o governo federal se esforça para reduzir os preços, a Petrobras mais uma vez quer aumentar o valor dos combustíveis... Parece até sabotagem da turma do PT entranhada na estatal. 

O TSE aumenta para R$ 50 milhões gastos com segurança pessoal armada de ministros da Corte. Do que eles têm medo? 

Termine o dia bem informado com o Jornal da Noite!

Assista, compartilhe, contribua para que o Jornal da Cidade Online continue a ser a sua voz. 

Fonte: Jornal da Cidade Online

No RN, Bolsonaro se une ao povo em momento de patriotismo e o que acontece em seguida 'é de tirar o fôlego' (veja o vídeo)

Sábado, 18 de Junho de 2022

A presença de Jair Bolsonaro em Natal-RN deixou momentos marcantes, nesta sexta-feira (17), onde participou de Cerimônia alusiva ao Programa Internet Brasil e à Entrega de Títulos Fundiários.

Na chegada à capital nordestina, o presidente participou da tradicional motociata, percorrendo ruas e avenidas, onde parou para conversar com o povo, aos milhares.

Um dos momentos mais impressionantes, entretanto, foi a abertura do encontro, com a participação de milhares de pessoas e lideranças políticas locais e nacionais.

O hino nacional foi entoado como nunca, em uma só voz, forte, emocionada.

Bolsonaro puxou o coro, e o povo respondeu com a força que só ele tem!

Vale a pena conferir no vídeo:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Amigos da ex-governadora Wilma de Faria prestarão homenagem pelos 5 anos de sua partida

Sábado, 18 de Junho de 2022

Os amigos da eterna guerreira Wilma Maria de Faria, convidam a todos para a Santa Missa de 5 anos em sua memória, que será celebrada no dia 19 de junho de 2022, às 10 horas, na Igreja Matriz de Sant’Ana, no Bairro de Capim Macio.

“O que você significa é muito mais importante do que aquilo que você faz!”

OPINIÃO DOS LEITORES

  1. Uma pessoa de áurea Boa, grande amiga e excelente gestora, nós da Segurança Pública lamentamos a sua partida, vc fez muito pelos potiguares.

Manuela D’Ávila diz que deixou eleição por desunião da esquerda

Sábado, 18 de Junho de 2022

Foto: reprodução/TV GZH

A ex-deputada Manuela D’Ávila (PC do B) disse que decidiu não disputar um cargo público nas eleições deste ano por causa da “desunião da esquerda” no Rio Grande do Sul e das ameaças contra ela e sua família nos últimos 7 anos.

D’Ávila foi vice na chapa de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República em 2018. Também foi derrotada por Sebastião Melo (MDB) no 2º turno da eleição para a prefeitura de Porto Alegre em 2020.

Para as eleições de 2022, ela foi convidada pelo deputado estadual Edegar Pretto para ser candidata a senadora em sua chapa. Mas a ex-deputada anunciou que não se candidataria.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, publicada na sexta-feira (17), D’Ávila afirmou que a 1ª razão era a falta de uma união “razoável no campo progressista” na disputa para o governo do Rio Grande do Sul.

Poder 360 e com informações de Folha de S.Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES

  1. Pelo menos uma vez na vida essa aí prestou um bom serviço a nação, por favor fique bem longe da política, já temos sem futuros demais nela.

  2. Ela não boba, Já sabe que LULA não ganha, não irá perder tempo falando e tentando convencer as pessoas a votarem em Lula. Ela coloca como desunião, mas vejo como uma declaração de uma derrota que ela já sabe que virá.

Sábado, 18 de Junho de 2022

Fotos: PF

A Polícia Federal prendeu em flagrante na noite da última sexta-feira, 17/6, no Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, um cidadão francês, 63 anos, acusado de tráfico de drogas. Com ele foram apreendidos 4,13 kg de cocaína.

A ação aconteceu durante uma fiscalização de rotina quando os policiais inspecionavam as bagagens dos passageiros do setor de embarque internacional que tinham como destino a Europa. Uma das malas retida para vistoria e que seguiria para Toulouse, França, chamou atenção e levantou suspeitas dos policiais porque apresentava sonoridade anormal quando recebia batidas nas suas extremidades, indicando ter diferentes densidades.

O passageiro foi então levado para a sala da PF onde na presença de testemunhas a bagagem foi aberta. Misturada às roupas nada foi encontrado, mas feito um buraco no forro logo surgiu certa quantidade de um pó branco característico que, submetido ao teste preliminar (narcoteste), acusou positivo para cocaína.

De imediato, o estrangeiro recebeu voz de prisão e foi escoltado para autuação na Superintendência da PF em Natal.

Indiciado na Lei Antidrogas, o homem passou por exame de corpo de delito no ITEP e permanece sob custódia da PF, à disposição da Justiça.

Esta foi a 4ª apreensão de drogas feita este ano pela Polícia Federal no aeroporto Aluízio Alves. O total apreendido naquele terminal de passageiros já chega aos 75 kg.


OPINIÃO DOS LEITORES

Perícia da PF confirma que restos mortais encontrados no Amazonas são de Bruno Pereira

Sábado, 18 de Junho de 2022

Foto: Daniel Marenco /O Globo

A Polícia Federal (PF) informou, na tarde deste sábado, 18, que parte dos restos mortais encontrados no Amazonas, na quarta-feira, 15, são do indigenista Bruno Araújo Pereira. De acordo com a corporação, a confirmação foi feita com base no exame de Odontologia Legal, ou seja, de arcada dentária. Na noite da sexta-feira, 17, a perícia já havia confirmado a identificação do corpo do jornalista britânico Dom Phillips.

A dupla desapareceu no domingo, 5, na região do Vale do Javari. Até o momento, três suspeitos do crime foram presos: os irmãos Amarildo de Oliveira, o Pelado, e Oseney de Oliveira, o Dos Santos, além de Jefferson da Silva Lima, conhecido como Pelado da Dinha, que se entregou na manhã deste sábado na Delegacia de Polícia de Atalaia do Norte (AM). Pelado confessou o assassinato das vítimas e disse aos policiais que, depois de mortos, Bruno e Dom foram esquartejados, incinerados e enterrados.

O Comitê de crise, coordenado pela Polícia Federal/AM informa que os remanescentes do Sr. Bruno Pereira fazem parte do material que passa por perícia no Instituto Nacional de Criminalística (INC). A confirmação foi feita com base no exame de Odontologia Legal (arcada dentária). Na noite de ontem, 17/06/2022, foi confirmada a identificação de remanescentes do Sr. Dom Phillips por exame papiloscópico (impressões digitais), em complementação a identificação prévia por odontologia legal, combinada com antropologia forense. Não existem indicativos da presença de outros indivíduos em meio ao material que passa por exames”, diz um trecho da nota.

Causas das mortes

Ainda segundo o comunicado divulgado na tarde deste sábado pela PF, a morte de Dom Phillips foi causada por “traumatismo toracoabdominal por disparo de arma de fogo com munição típica de caça, com múltiplos balins, ocasionando lesões principalmente sediadas na região abdominal e torácica (1 tiro)”. Bruno, por sua vez, morreu em decorrência de “traumatismo toracoabdominal e craniano por disparos de arma de fogo com munição típica de caça, com múltiplos balins, que ocasionaram lesões sediadas no tórax/abdômen (2 tiros) e face/crânio (1 tiro)”.

Jovem Pan

Jornalista inglês e indigenista brasileiro foram mortos com tiros de arma de caça, revela perícia da PF

 Sábado, 18 de Junho de 2022

Foto: MONTAGEM/REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS/ARQUIVO PESSOAL/AFP

Perícia da Polícia Federal indicou que o jornalista inglês Dom Phillips e o indigenista brasileiro Bruno Pereira foram mortos com tiros de uma arma de caça.

De acordo com nota divulgada neste sábado (18) pela Polícia Federal, Bruno foi atingido por dois disparos no tórax e no abdômen e outro no rosto. O jornalista inglês foi vítima de um disparo, na região do tórax e do abdômen.

VEJA TAMBÉM: Perícia da PF confirma que restos mortais encontrados no Amazonas são de Bruno Pereira

“Os trabalhos dos peritos do Instituto Nacional de Criminalística, nos próximos dias, serão concentrados nos exames de Genética Forense, Antropologia Forense e métodos complementares de Medicina Legal, para identificação completa dos remanescentes e compreensão da dinâmica dos eventos”, diz a nota.

Prisões

Três pessoas já foram presas pelo crime – dois irmãos, Amarildo dos Santos, mais conhecido como “Pelado”, e Osoney da Costa, e Jeferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”. Lima se entregou neste sábado (18). Ele era considerado foragido pela polícia, que investiga a participação dele nos crimes.

Amarildo teria confessado que matou o indigenista e o jornalista, esquartejou seus corpos e ateou fogo neles com a ajuda do irmão. Ele indicou à polícia o local onde os corpos teriam sido enterrados.

Phillips e Pereira desapareceram na região do Vale do Javari, no Amazonas, no último dia 5. Eles partiram rumo à cidade de Atalaia do Norte, mas não chegaram ao destino. O jornalista e o indigenista, que era funcionário licenciado da Funai, pretendiam realizar entrevistas para a produção de um livro e reportagens sobre invasões nas terras indígenas da região.

R7

VÍDEO: Biden cai de bicicleta após passeio em praia nos EUA

Sábado, 18 de Junho de 2022

Foto: Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, caiu ao tentar sair de sua bicicleta após um passeio neste sábado (18) em Cape Henlopen State Park, perto de sua casa de praia no estado americano de Delaware.

“Estou bem”, disse ele a repórteres depois que agentes do Serviço Secreto dos EUA o ajudaram rapidamente. “Fiquei com o pé preso [no pedal]”.

Biden, que tem 79 anos, e a primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden, estavam no fim de um passeio matinal quando o presidente decidiu pedalar até onde estavam simpatizantes. Ele usava um capacete e caiu quando tentou sair da bicicleta.

O presidente rapidamente se recompôs e passou vários minutos conversando com as pessoas ao seu redor.

Com informações de g1


Contato : (84) 9604-4055

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