martins em pauta

sábado, 26 de outubro de 2019

MENINA DE 10 ANOS MORRE APÓS SER ATROPELADA POR CAMINHÃO NO INTERIOR DO RN

Sábado, 26 de Outubro de 2019


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Uma menina identificada como Andréia Micaely da Silva Fonseca, de 10 anos morreu após ser atropelada por um caminhão na cidade de Angicos, região Oeste potiguar, por volta das 9h30 desta sexta-feira (25). A criança seguia de bicicleta, com uma amiga, para o clube municipal onde participava de aulas de música.
O caso aconteceu em frente à quadra de esportes no bairro Alto do Triângulo, na Rua Aristófanes Fernandes. A outra criança teve ferimentos leves e foi atendida por equipes médicas.

Segundo testemunhas do acidente, o condutor do caminhão ficou no local para prestar socorro, mas foi orientado a sair e procurar a polícia, para evitar problemas com pessoas que poderiam chegar lá. Muita gente se aglomerou no local para ver o que tinha acontecido.

A equipe do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) de Mossoró foi chamada ao município para recolher o corpo da vítima.


Criança de 10 anos morreu após ser atropelada por caminhão em Angicos, no RN — Foto: Gilberto Rocha

Fonte: Passando na Hora

DUPLA FAZ LIVE PARA COMEMORAR ROUBO E É PRESA AO VIVO. ASSISTA

Sábado, 26 de Outubro de 2019


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Após render um motorista e a filha gestante, a dupla fugiu, mas ficou engarrafada na BR-101. Eles resolveram, então, fazer uma transmissão pelas redes sociais para festejar o crime ao som de um brega-funk. Não contavam que a polícia chegaria e efetuasse a prisão em flagrante.


Dois suspeitos de assalto trocaram o brega-funk pelo passinho do “perdeu, playboy” ao vivo nas redes sociais, na tarde desta sexta-feira (25). Após renderem um motorista e a filha gestante no bairro de Afogados, no Recife, Lucas Miguel Oliveira de Andrade, de 18 anos, e João Vitor Claudino dos Santos, 23, fugiram no carro da família sentido Cavaleiro, em Jaboatão dos Guararapes. No entanto, ao ficarem engarrafados na BR-101, próximo ao Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa), eles resolveram fazer uma transmissão ao vivo para mostrarem aos “parças” o feito. Só não contavam que a polícia estava na “cola” deles. Acabaram presos em flagrante durante a transmissão.

De acordo com a Polícia Militar, no assalto, mesmo armados, os suspeitos não foram violentos. Com eles, foi apreendido o veículo roubado com todos os pertences das vítimas, um revólver calibre 38 com três munições não deflagradas e uma pinada, além de três celulares.

A dupla foi detida por militares da Rocam e encaminhada para a Central de Plantões.

Weintraub desmascara a farsa das “universidades petistas”

Sábado, 26 de Outubro de 2019

As mentiras caem por terra.

O Ministro da Educação Abraham Weintraub disse nesta sexta-feira (25), em entrevista à TV Brasília, que o verdadeiro motivo dos governos de esquerda terem investido bilhões em universidades foi para doutrinar os estudantes. Todas foram aparelhadas.

Enquanto isso, os filhos dos pobres não tinham creches nem pré-escola porque não dá para doutrinar crianças de creche, não dá para fazer manifestação com as crianças da creche. “As crianças da creche não vão queimar pneu nas vias públicas”, explicou o Ministro.

Segundo o Ministro, a prioridade do novo governo não são as universidades, mas a alfabetização das crianças.

Eu conheço muita gente com diploma universitário que não sabe nem falar português. Não sabe nada. Mal sabe ler e quando lê, não entende. Com essa era da esquerda no poder a Educação no Brasil chegou a ser a 3º pior em 40 países, aponta pesquisa feita pelo grupo The Economist.

O problema é que baixas pontuações em aprendizado, com o Brasil apresentando, na era lulopetista, queda no índice de desempenho escolar e habilidades cognitivas, isso coloca em cheque a possibilidade de que o país possa sustentar taxas de crescimento econômico a longo prazo.

Estimativas da OCDE, em português OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) indicam que, na última década, o crescimento econômico nos países desenvolvidos esteve atrelado â qualidade da Educação.

Nenhuma universidade brasileira está entre as 100 melhores do mundo, apesar dos BILHÕES torrados nas mãos de reitores de esquerda, filiados a partidos como PSOL, PCdoB, PSB, PT, etc.

Ainda bem que o Brasil agora está no rumo certo.

GRAVÍSSIMO: Senadora diz que PT extorquiu o pai com arma na cabeça (Veja o Vídeo)

Sábado, 26 de Outubro de 2019


A corrupção praticada pelo Partido dos Trabalhadores foi realmente devastadora, mas dia-a-dia saltam aos olhos novas revelações da sanha indomável do partido em busca de dinheiro e de propina.

O pai da senadora Mara Gabrilli, que quando ainda vivo foi empresário do ramo de empresa de ônibus, em Santo André (SP), onde mantinha negócios, foi extorquido pelo PT. Segundo Mara, com arma na cabeça.

Ela garante que Santo André foi o ‘laboratório’ da ‘corrupção sistêmica’ engendrada pelo PT.

A senadora afirma ainda que a delação de Marcos Valério deve trazer a tona novos horrores praticados pela Organização Criminosa chefiada por Lula.

Veja o Vídeo:
da RedaçãoFonte: Jornal da Cidade Online

Para atrair bilhões árabes, Brasil quer reforçar medidas pró-setor privado

Sábado, 26 de Outubro de 2019


por Ana Estela de Sousa Pinto | Folhapress
Foto: Infraero / Divulgação

O governo brasileiro chega aos Emirados Árabes Unidos, neste sábado (26), com dois argumentos para atrair investimentos dos bilionários fundos soberanos aos projetos de infra-estrutura que pretende leiloar em 2020. De um lado, exibirá nove mudanças regulatórias já feitas ou em curso, que pretendem flexibilizar contratos, mitigar riscos e tornar o país mais amigável ao setor privado.

De outro, reforçará que o investimento em infraestrutura e logística é fundamental para garantir um mercado importantíssimo para os árabes: as exportações do agronegócio, dos quais os Emirados são um dos principais compradores. Aos investidores árabes, serão apresentados cerca de 20 projetos do PPI (Plano de Parcerias de Investimento, criado no governo Temer pela mesma equipe que comanda o Ministério da Infraestrutura de Bolsonaro), com potencial para levantar R$ 200 bilhões até 2022, segundo a pasta.

Há negociações também na área de defesa, diz o embaixador Kenneth Félix Haczynski da Nóbrega, secretário de Negociações Bilaterais no Oriente Médio, e oportunidades em energia renovável, inovação e no setor médico-hospitalar. O estoque de investimentos diretos dos Emirados Árabes no Brasil é modesto, segundo o Banco Central -em 2017, somavam US$ 703 milhões, 0,1% do montante investido por americanos, por exemplo.

O valor, porém, é crescente -o dobro do computado em 2016 e quatro vezes o de 2010- e com potencial de se multiplicar pela ação de fundos como o Mubadala, que soma US$ 230 bilhões em ativos no mundo (mais de R$ 900 bilhões) e investimentos em áreas como defesa, energia e mineração em mais de 50 países.

No Brasil desde 2011, a Mubadala Capital (braço gestor para o fundo e terceiros) administra cerca de US$ 2 bilhões (R$ 8 bilhões) investidos em portos, estradas, mineração, imóveis e entretenimento. Atividades ligadas ao setor de óleo e gás brasileiro, como logística e refino, podem estar no foco do fundo, diz advogado Giovani Loss, sócio de escritório Mattos Filho e especialista em infraestrutura e energia. Neste ano, o Mubadala participou de consórcio para a compra da TAG, rede de gasodutos do Nordeste, mas não venceu a concorrência. "Existe um movimento no Oriente Médio de internacionalizar investimentos", diz Loss. O apetite é ainda maior nos Emirados Árabes, que já cumpriram um ciclo gigantesco de investimento interno em infraestrutura e no setor imobiliário.

Além de aplicar em outros países, têm também diversificado as áreas de atuação, para reduzir a importância relativa da indústria do petróleo. Os fundos soberanos são os principais investidores em logística, como aeroportos e portos, não como operadores, mas como financiadores. "O papel deles é o daquele que assina cheque alto", diz a advogada Marina Anselmo, sócia do Mattos Filho e especialista em infraestrutura. Na visita de agora, sai de foco o agronegócio (que já foi tema de visita em setembro feita pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina) e entram as obras de infraestrutura.

Cristina, que acompanhou Bolsonaro ao Japão e à China, volta ao Brasil, e há a expectativa de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, se junte à comitiva. O chefe de assessoria especial da Economia Caio Megale participa das conversas com empresários.Na viagem de setembro, Cristina apresentou aos árabes obras que considera prioritárias: ferrovias que ligam regiões produtoras de grãos e minérios a portos exportadores, como a Ferrogrão, entre Cuiabá (MT) e Santarém (PA) --com leilão previsto para 2020- e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, entre Figueirópolis (TO) e Ilhéus (BA).

São projetos de longo prazo em que o fluxo de receita é quase como se fosse investimento de renda fixa, diz Marina Anselmo. "Eles têm moeda forte e resiliência. Não precisam de retorno imediato." Outras obras que podem atrair fundos são a ligação rodoviária entre Piracicaba e Panorama, a ser licitada em 2020 e pode chegar a R$ 16 bilhões, e rodadas de aeroportos previstas para 2020 e 2021, que, juntas, podem render mais de R$ 10 milhões e incluir Congonhas e Santos Dumont.

Consultado, o escritório brasileiro do Mubadala não fala sobre novos investimentos. Ainda maior que o Mubadala em ativos é o Abu Dhabi Investment Authority (Adia), considerado o segundo do mundo, com US$ 828 bilhões -cerca de 15% deles investidos em países emergentes. O Adia aplica em ações e papéis de dívida, mas não revela quanto tem investido na Bolsa brasileira. "Só não há volume brutal de investimentos porque o marco regulatório ainda não está pronto", diz Marina.

Medidas práticas para alongar prazos de investimento e aumentam a atratividade, diz o advogado especialista em infraestrutura e regulatório do escritório Porto Lauand, Rodrigo Campos. Ele cita a possível exclusão do prazo máximo de 35 anos para concessões e a possibilidade de que o investidor privado possa reduzir os repasses à União para compensar perdas cambiais. Também está em estudo permitir que a concessionária possa receber em dólares e também isentar de IR investimentos de fundos estrangeiros em debêntures (títulos privados de dívida) de infraestrutura (hoje, o incentivo vale para pessoas físicas).

Embora considerem dissipado o mal-estar gerado pelas tentativas do governo Dilma de intervir em contratos de concessão e limitar taxas de retorno, os advogados da área ainda veem gargalos. Para Campos, há lacunas na área de projetos, em especial em logística. "Não há política clara de como atender à demanda do PPI nem técnicos suficientes. E a contratação de consultorias é engessada e muitas vezes travada por ações do TCU e do Ministério Público." Nessa área, ele considera positiva a adoção do diálogo competitivo, modalidade usada na União Europeia na qual empresas com competência técnica, em vez de participar de licitações, podem apresentar propostas, negociadas a portas abertas, para chegar a consensos de preço e escopo do trabalho. Outro gargalo é, segundo Marina, o licenciamento ambiental, que embute riscos para projetos de grande porte.

MEDIDAS JÁ TOMADAS OU EM CURSO

Fim da dupla tributação

assinado em novembro de 2018

Facilitação de investimentos

firmado em março deste ano

Nova Lei de Licitações

Aprovada pela Câmara em setembro, volta para o Senado

Nova Lei de Concessões e PPPs

Deve ser votada na Câmara em novembro

Nova Lei Geral de Telecomunicações

Sancionada

Lei das Agências Reguladoras

Sancionada

Marco Regulatório do Saneamento

Aprovado pelo Senado, tramita na Câmara

Leilões recentes de aeroportos, rodovias e portos

houve mudança, com redução da outorga e flexibilização das tarifas, entendimentos prévios com o TCU, mapa de riscos estabelecido e escalonamento do investimento com base na demanda

Lei da Liberdade Econômica

Sancionada em setembro

Bolsonaro vai firmar acordo com Emirados Árabes e oferecer obras de infraestrutura

Sábado, 26 de Outubro de 2019


por Ana Estela de Sousa Pinto | Folhapress
Foto: Isac Nóbrega/PR


Um acordo de assistência mútua em matéria aduaneira entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos será anunciado na viagem do presidente Jair Bolsonaro ao país do Golfo, aonde ele chega neste sábado (26). Sem efeito imediato nos negócios, o acordo pode reduzir burocracias fiscais, o que seria um sinal positivo num momento em que o Brasil caiu 15 posições no ranking de facilidade de fazer negócios do Banco Mundial, divulgado na quarta-feira (23).

É brasileiro o pior resultado entre 189 países no número de horas gastas para pagar tributos (1.501 horas, ou 62,5 dias). Segunda colocada, a Bolívia fica distante, com 1.025 horas anuais. O governo ainda não enviou ao Congresso, porém, proposta para uma reforma tributária, que poderia reduzir parte dos entraves identificados pelo ranking (carga, complexidade e tempo gasto para lidar com impostos).

Sem a presença dos principais ministros ligados a investimentos -Paulo Guedes, da Economia, e Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura-, caberá ao chefe da assessoria especial de assuntos institucionais, Caio Megale, a tarefa de apresentar aos investidores árabes os projetos de privatização e obras de infra-estrutura do país.

Nos países árabes, o foco deve ser atrair investimentos para as rodadas de privatização e obras de infraestrutura que, no total, podem chegar a R$ 1,3 trilhão, segundo o Itamaraty. Há negociações também na área de defesa -o Brasil negocia a venda de cargueiros da Embraer-, energia renovável, inovação e no setor médico-hospitalar. O governo pretende reforçar sua intenção de facilitar a vida do setor privado. Além da aprovação da reforma da Previdência, que será apresentada como ação concreta, "para além do discurso", serão ressaltadas nove mudanças regulatórias já feitas ou em curso, com efeitos de prazos mais curtos que os da reforma estrutural.

O país é a terceira escala de viagem presidencial que começou pelo Japão, continuou pela China e deve ainda passar pelo Catar e pela Arábia Saudita. Na China, Bolsonaro encerrou a visita sem grandes negócios concretizados. Foram assinados 11 atos de cooperação em diferentes áreas, mas só dois devem resultar em aumento imediato das exportações, de farelo de algodão e carne processada. No Japão, apesar da grande expectativa do governo brasileiro em anunciar o início das negociações para um acordo entre o país asiático e o Mercosul, o governo japonês preferiu adiar as conversas. A previsão é que elas comecem em novembro, quando o primeiro-ministro Shinzo Abe deve visitar o Brasil.

Nos Emirados, Bolsonaro antecipou para este sábado parte da programação oficial que estava prevista para domingo. O presidente deve pousar em Abu Dhabi por volta das 17h (10h no horário de Brasília) e seguir direto para uma oferenda de flores no monumento Wahat Al Karama, que homenageia militares mortos a serviço da nação. No domingo, ele abre o seminário "Brasil - Emirados Árabes Unidos: Perspectiva do Cenário Macroeconômico e Ambiente de Negócios", no qual será reforçada a ideia de que o investimento em infraestrutura e logística é fundamental para garantir um mercado importantíssimo para os árabes: as exportações do agronegócio, dos quais os Emirados são um dos principais compradores.

A corrente de comércio entre os dois países gira em torno de US$ 2,5 bilhões, dos quais metade são produtos do agronegócio. Frango, açúcar e carne bovina respondem por 77% de tudo o que o Brasil exporta para os Emirados. Aos investidores árabes, serão apresentados cerca de 20 projetos do PPI (Plano de Parcerias de Investimento, criado no governo Temer pela mesma equipe que comanda o Ministério da Infraestrutura de Bolsonaro), com potencial para levantar cerca R$ 200 bilhões até 2022, segundo a pasta.

O presidente brasileiro tem encontros previstos com o xeique Mohammed Bin Rashid Al Maktoum, primeiro-ministro e vice-presidente emiradense, e com atletas de jiu-jitsu, arte marcial brasileira muito popular no país. Deve ainda visitar a mesquita Sheik Zayed e participar de jantar no hotel Emirates Palace, onde ficará hospedado.

Brasil não reconhece 'neste momento' vitória de Evo Morales no 1º turno

Sábado, 26 de Outubro de 2019 


por Folhapress

Foto: Arquivo / Agência Brasil

Um dia após Evo Morales ser reeleito em um primeiro turno questionado, o que levou diversos países e organizações a solicitarem a realização de um novo pleito, o governo brasileiro disse, via Twitter, que não reconhece a vitória do atual presidente da Bolívia. "Considerando-se as tratativas em curso entre a OEA e o governo da Bolivia para uma auditoria completa do primeiro turno das eleições naquele país, o Brasil não reconhecerá, neste momento, qualquer anúncio de resultado final", afirma a publicação do Itamaraty na noite desta sexta-feira (25).

Após a divulgação, na noite do último domingo (20), dos primeiros resultados parciais que indicaram a realização de um segundo turno, uma nova contagem, feita voto a voto, foi anunciada mais de 20 horas depois. Nela, Evo aparecia próximo da vitória, levantando suspeitas de fraude entre oposição e observadores internacionais. Mesa, que governou o país entre 2003 e 2005, denunciou o processo como uma "fraude".

Os protestos na Bolívia continuam, com bloqueios de ruas e confrontos. Uma greve parcial foi realizada na capital junto a um protesto pacífico contra a apuração que, por margem estreita, deu ao atual presidente, desde 2006 no poder, um novo mandato de cinco anos. A contagem final, divulgada pelo Tribunal Supremo Eleitoral nesta sexta, mostrou Evo com 47,08% e Carlos Mesa com 36,51%. Na Bolívia, um candidato vence no primeiro turno se obtiver pelo menos 40% dos votos e dez pontos percentuais de diferença para o segundo colocado.

México e Cuba parabenizaram Evo pela reeleição, mas União Europeia, Estados Unidos, Argentina e Colômbia, além do Brasil, se mostraram contra a questionada contagem de votos e exigiram a realização de um segundo turno para dirimir as dúvidas sobre o processo eleitoral.

A missão de observação eleitoral da OEA (Organização dos Estados Americanos) também recomendou outro pleito entre Evo e Mesa como a "melhor opção" para resolver o imbróglio. A proposta foi corroborada pelo secretário-geral da ONU, António Guterres. O ditador venezuelano, Nicolás Maduro, por sua vez, pediu o reconhecimento da legitimidade da reeleição de seu aliado andino, em discurso na abertura da cúpula do Movimento Não Alinhado em Baku, capital do Azerbaijão.

No RN, 70,7% dos trabalhadores estão no comércio e serviço

Sábado, 26 de Outubro de 2019


Nos nove primeiros meses do ano, as empresas do setor de serviços no Rio Grande do Norte acumulam um estoque de 45% das pessoas empregadas com carteira assinada em todo o Estado. Isso significa uma massa de trabalhadores composta por 192.063 potiguares. Já o comércio é o segundo segmento com mais gente empregada, com 110.162 pessoas contratadas formalmente. Juntos, esses dois setores respondem por 70,7% do estoque de empregos no Rio Grande do Norte, que, em setembro, chegou a 427,3 mil vagas ocupadas.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregado s (Caged), do Ministério da Economia, e constam na edição 45 do Boletim dos Pequenos Negócios do RN, um informativo trimestral elaborado pelo Sebrae no Rio Grande do Norte que traz os principais indicadores da economia potiguar e os reflexos para o segmento das micro e pequenas empresas. A publicação foi divulgada nesta quinta-feira (24) e traz, entre outros assuntos, uma análise completa do mercado de trabalho no Rio Grande do Norte. O informativo pode ser conferido na íntegra no Portal do Sebrae (www.rn.sebrae.com.br), na seção ‘Estudos e Pesquisas’.

De acordo com o estudo, o setor de serviços continua na liderança da abertura de novas frentes de trabalho no RN durante os nove primeiros meses de 2019. As empresas ligadas à prestação de serviço foram responsáveis por trazer para o mercado de trabalho formal um contingente de 2.986 potiguares.

O aquecimento o mercado de trabalho formal no RN foi o sétimo melhor da região Nordeste no acumulado do ano. Isso porque os estados de Alagoas e Sergipe apresentaram saldos negativos, em 2.240 e 1.065 vagas encerradas respectivamente, e a Bahia foi recordista em contratações, com um saldo de 38.002 vagas, seguida do Maranhão (9.418 vagas), Pernambuco (5.895 vagas), Ceará (5.090 vagas), Paraíba (4.674 vagas) e Piauí (3.299 vagas).

Segundo o estudo, as microempresas até agora têm segurado as baixas registradas no mercado de trabalho formal e foram as que mais abriram novas vagas até o terceiro trimestre do ano. As organizações desse porte criaram 4.987 novas vagas no RN e foram as únicas a ter um número maior de contratações frente às demissões. As empresas de demais porte todas tiveram baixas de empregados no acumulado do ano.

Tribuna do Norte
OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu
    Prova nua, crua e insofismável de que este elefante manco é mesmo a cara da riqueza: sem a miséria do Bolsa Família e os contracheques da previdência e dos servidores públicos, não sobra nada no RN.

[VÍDEO] Potiguar Ítalo Ferreira crava nota 10, é campeão em Peniche e assume liderança do Mundial de Surfe

Contato : (84) 9604-4055

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