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domingo, 15 de agosto de 2021

Meio milhão de novos negócios já foram criados este ano com reabertura da economia, juro baixo e aluguel barato

 Domingo, 15 de Agosto de 2021

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Com o avanço da vacinação e a reabertura da economia, setores que envolvem contato pessoal, como comércio e serviços, ganham impulso em meio a uma combinação de fatores que estimula novos negócios.

Após a quebradeira provocada pelas restrições da pandemia, há investimentos saindo do papel das grandes redes de varejo aos pequenos prestadores de serviço que empreendem pela primeira vez. Entre janeiro e julho deste ano, meio milhão de novas empresas foram abertas, o mesmo patamar registrado em todo o ano passado.

Um dos elementos que têm antecipado projetos é a perspectiva de alta nos juros. Embora a taxa básica (Selic) não esteja mais na mínima histórica de 2%, o patamar atual de 5,25% ainda está longe do intervalo entre 7% e 8% previsto por economistas para o fim do ano.

Além disso, programas do governo como o Pronampe facilitaram o acesso ao crédito para pequenos empresários.

Outro fator é que a crise deixou disponíveis muitos imóveis comerciais em pontos atraentes, inclusive nos shoppings, e baixou o preço dos aluguéis. As franquias, que perderam muitas unidades com a recessão de 2020, estão agora com condições de adesão mais favoráveis, e a disponibilidade de mão de obra é grande.

De janeiro a julho deste ano foram abertas pouco mais de 2,4 milhões de negócios, segundo o Mapa de Empresas, do Ministério da Economia. A maioria (78,8%) são pequenos negócios de microempreendedores individuais (MEIs).

Ainda assim, 515,7 mil novos CNPJs são de empresas de pequeno, médio e grande porte. Praticamente o mesmo patamar registrado em todo o ano de 2020 (538,3 mil) e 2019 (475,7mil).

Franquias

A pandemia quebrou muitos franqueados de diferentes marcas. Isso levou as franqueadoras a melhorarem as condições este ano para recuperar terreno.

A Associação Brasileira de Franchising (ABF), que representa 2.500 redes, prevê que 2021 vai terminar com 8 mil novos negócios, saldo de 10 mil aberturas e 2 mil fechamentos. O faturamento das franquias também deve subir 8% neste ano.

Segundo o presidente da ABF, André Friedheim, os setores em expansão são justamente os mais prejudicados pela pandemia: varejo de vestuário, estética e educação.

Pequenos negócios

Segundo o Sebrae, três em cada dez novos pequenos negócios encerram as atividades após cinco anos. O comércio tem a maior taxa de mortalidade das empresas: 30,2% dos empreendimentos não vingam.

O primeiro passo na hora de empreender é se planejar, diz o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Além do aporte inicial, é bom ter uma reserva financeira de pelo menos seis meses de caixa para giro. Entre os erros mais comuns, ele cita misturar patrimônio particular com o da empresa e tomar crédito sem previsão de receitas.

Com informações de O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES

  1. Aluguel barato? Pra quem? 15 milhões de desempregados, 20 milhões passando fome, 120 milhões em risco alimentar, comendo osso, pé de galinha sendo a principal alternativa para os 70% da população, aumento do preço da carne, do feijão, fo arroz, fo ovos, do gás de cozinha, da gasolina. Essa é a fotografia desse governo que está destruindo o país.

  2. Com brasileiro não ha quem possa.
    Esses aí trabalham, parabéns a esses guerreiros.
    Parabéns ao presidente Bolsonaro e dr Paulo Guedes.
    Cabas arrochados.
    Isso Tudo com o país funcionando só 50% em função da pandemia e do figuem em casa que a economia agente vê depois, e dos governadores e prefeitos do Tranca tudo.
    Brasil é Brasil.
    E esta acima de tudo e Deus acima de todos.
    Quando estiver bombando, o ladrão ilusionista de 09 dedos, nem candidato é.
    Não tem coragem.
    Safado atrás de voltar pela fraude com sua gang de ladrões.
    Verme!!

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