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sábado, 11 de junho de 2022

Lições de governança: O mito e o mago

Sábado, 11 de Junho de 2022

Apesar da perversa campanha do “fique em casa, pois a economia se vê depois”, ou seja, da maldita pretensão de se ter uma economia completamente arrasada para que a esquerda delinquente conseguisse “impichar” o tal presidente genocida que nunca a deixou roubar, a verdade é que o Brasil está de volta ao ranking das 10 maiores economias do mundo.

Os dados são da Austin Rating – a primeira agência classificadora de risco de crédito de origem brasileira a conceder ratings no Brasil – e mostram que o país saiu da 13ª posição no 4º trimestre de 2021 para a 10ª em março de 2022.

O mundo já vinha festejando o sucesso e o avanço da economia brasileira e sua invulgar capacidade de recuperação pós-tragédia do vírus chinês e as grandes potências estrangeiras passaram a procurar o Presidente Bolsonaro para pedir que incremente a produção agrícola nacional.

Documento da FAO – Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas que lidera os esforços internacionais para erradicar a fome no mundo - aponta que, até 2050, a agricultura mundial terá de ampliar em 80% a produção de alimentos, para atender às necessidades de uma população projetada para 9,7 bilhões de pessoas. A FAO prevê, também, que o Brasil deverá responder por metade desse montante.

Apesar, igualmente, do movimento da “esquerdalha globalista” que tentou congelar a economia do país vimos que, sob a batuta de Paulo Guedes, o festejado mago das finanças, o País surpreendeu e não foi por pouca coisa. O Brasil saiu da 13ª posição no 4º trimestre de 2021 para a 10ª em março de 2022. Tudo isso sendo assolado por uma pandemia mundial e por uma guerra que está desequilibrando a velha Europa.

Os números da economia não deixam duvida: o PIB (Produto Interno Bruto) nominal do Brasil chegou a US$ 1,83 trilhão no 1º trimestre deste ano, superando a Rússia (US$ 1,83 trilhão), a Coreia do Sul (US$ 1,80 trilhão) e a Austrália (US$ 1,75 trilhão, isto sem se falar que o índice Ibovespa, indicador do desempenho médio das cotações das ações negociadas na bolsa de valores B3, teve o quinto melhor desempenho entre 78 países no mês de maio, com alta de 8,48%.

Alavancada pelo setor de serviços, a atividade econômica do Brasil subiu 1% no 1º trimestre de 2022 em comparação com trimestre anterior (de outubro a dezembro de 2021) e, no momento, se encontra no maior patamar de atividade desde o 4º trimestre de 2014, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O Brasil ficou em 9º entre 32 países no ranking de melhor alta do PIB no 1º trimestre de 2022 contra o último de 2021. A economia do país cresceu mais que as da Colômbia, da Alemanha, da França, da Itália e dos Estados Unidos.

Nesta toada cumpre destacar que, a rigor, Brasil também soube lidar com a inflação mundial, destes tempos bicudos, tanto que analistas independentes não têm dúvida em afirmar que “o Brasil soube manejar com inteligência a sua economia”. Segundo aqueles especialistas, “o Brasil em relação aos demais países, aprendeu a lidar com a inflação. O mundo não sabe. Há quarenta anos os EUA não têm uma inflação de 7,5%, como está projetada para este ano. O nosso BC já está com a taxa lá em cima, os demais estão começando. Para os outros países, a consequência é que a inflação vai ficar alta muito mais tempo”.

Uma a uma as tramas, os ardis e as conspirações contra o Brasil que progride vão sendo desmanteladas ou deixadas para trás e, para desespero dos “Contras”, vamos assim rompendo no peito e na raça.

Nem bem esta semana iniciou e Bolsonaro e sua equipe de ministro deram um contragolpe certeiro e quebraram as pernas da mais recente tentativa de explodir a economia brasileira tentando colocar na estratosfera o preço dos combustíveis, agora se valendo, de maneira soez, da elevação do preço do barril de petróleo, ocorrida por causa da guerra da Rússia contra a Ucrânia que também, por si só, teria comprometido nosso agronegócio, se não fosse a visão de estadista do Capitão.

Pois bem. Nesta segunda feira (06.06), Bolsonaro, a quem sempre acusaram de não conseguir dialogar com o Congresso e de ser um trapalhão atrabiliário nas relações políticas com os Estados membros, botou em um mesmo saco toda “governalha” vermelha e impatriota, bem como o lado negro do Parlamento e, com uma espetacular medida econômica, propôs saciar a gula tributária da canalhada que, baldados os esforços do governo da União, está matando o povão na bomba de gasolina e no botijão de gás.

Realmente. Foi deste jeito. Posto que a bandidagem nos Estados houvesse se unido à entourage da “Petrosauro” e já se preparasse para, escorada no lado negro do STF, deixar subir o preço da gasolina, do diesel e do gás em botijão para mais de 10 reais e, destarte, explodir o Brasil antes das eleições de outubro, então, o Planalto se mobilizou.

O Capitão botou todos aqueles espertalhões em cadeia nacional e deixou claro para a Nação Verde e Amarela que, tendo feito o dever de casa, isto é, tendo aumentando em muito a arrecadação fiscal, iria distribuir o superávit alcançado para a população carente, livrando–a do pantagruélico apetite dos governadores que, no preço dos combustíveis, há mais de três décadas rouba-a para gastar com seus funcionários fantasmas, comissionados e apadrinhados políticos de um modo geral.

Diferentemente do que vem ocorrendo no mundo inteiro, aqui, pouco ou muito, os combustíveis vão baixar e se aqueles que os “vampiravam” tentarem, neste ano eleitoral, continuar sangrando o bolso magro do operário, aí nas urnas vão penar um bom bocado. Boa Capitão! Boa Paulo Guedes! É assim que se governa!

Foto de José Maurício de Barcellos

José Maurício de Barcellos

Ex-Consultor jurídico da CPRM-MME. É advogado.

Fonte: Jornal da Cidade Online


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