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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Bolsonaro vai privatizar apenas estatais não estratégicas

Sexta, 23 de novembro de 2018 



O presidente eleito Jair Messias Bolsonaro, falou em entrevista para alguns veículos de comunicação, admitiu que fará algumas alterações em algumas estatais.

Que pretende deixar apenas as estatais que considera ter um papel estratégico para o desenvolvimento do país nas mãos do governo.

Esta notícia já repercute fortemente em todos os cenários, seja político ou econômico, e divide opiniões entre os brasileiros, ainda como prometido em suas promessas de campanha.

Após a eleição, e antes mesmo de assumir a chefia do executivo nacional, o já eleito presidente Bolsonaro mantém o seu discurso e pautas políticas baseados em posições mais liberais.

Essas, prometem aquecer o mercado brasileiro trazendo mais receita para os cofres públicos e permitindo o reaquecimento do mercado de trabalho.

Muito ainda se discute sobre as causas e efeitos das privatizações.

Segundo apontam alguns economistas, privatizar empresas estatais além de dar mais escolha para o consumidor com a permissão da entrada de concorrência e consequentes diminuições de preços e promoções.

Pode permitir uma economia real para o cofre público, diminuindo o seu déficit de arrecadação e gastos públicos exacerbados, gastos este que já fez o brasileiro sentir na pele.

Por outro lado, ainda há quem diga que privatizar é retirar os direitos do cidadão e vender as riquezas para o capital estrangeiro, deixando refém de uma política monetária e não de direitos, ora!

Esse dilema existe a séculos, e por incrível que pareça veio ficar mais evidente no Brasil e nas discussões políticas dos brasileiros a pouco tempo.

Economia não é uma coisa tão fácil assim de entender ou de se explicar, mas preparamos essa matéria exclusiva para você entender tudo sobre o que de fato é verdade, acompanhe.

Estado e necessidades econômicas

O estado brasileiro registra anualmente o crescimento do défice das contas públicas que são consequências de anos de irresponsabilidades fiscais, que preferiam manter a governabilidade baseando-se em alianças.

Políticas que usavam a máquina pública como fonte de angariar votos para perpetuar os partidos e candidatos no poder.

Tudo isso permitiu que alguns problemas fossem gerados para o país e talvez o maior deles foi ter pessoas despreparadas a frente de companhias.

Essas, ao invés de dar lucros e se manter de pé sem gerar ônus para a fazenda pública e garantindo os serviços, deram prejuízos milionários capazes de puxar ainda mais pra baixo os índices da economia do país.

Gerando dívidas bilionárias que estamos agora sobre a responsabilidade do governo sanar.

Agenda econômica liberal

Não é segredo pra ninguém que o presidente eleito simpatiza com posições econômicas mais liberais.

Isso é que priorizará o comércio e o empreendedor a ter mais liberdade para empreender e ganhar dinheiro, as ações e medidas Liberais de seu governo serão conduzidas por seu Ministro da economia o economista Paulo Guedes.

Parece estranho dizer isso mais muita gente ainda não sabe o que de fato significa o liberalismo econômico e o que isso pode representar de fato para o Brasil, o liberalismo já passou de teoria a realidade para todos os países do mundo.

Não existe mais como parar as relações comerciais de importação e exportação do comércio e investimento de estrangeiros entre países.

As consequências nesse sentido, é manter empresas estatais que dão prejuízo aos cofres públicos e que ainda assim cobram preços altos ao consumidor enquanto se pode privatizar.

Ou seja, retirar o peso dos custos com manutenção e investimentos do governo e ‘liberar’ para que ela seja comprada e administrada por grupos e companhias financeiras para fazer aquela empresa ou serviço prestado não parece má ideia.

Fonte: News Atual

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