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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Bolsonaro afirma que rasgaram cartão de vacina da mãe: ‘Tomou a de Oxford’

Sexta, 19 de Fevereiro de 2021



Imagem: reprodução/YouTube

Na live semanal desta 5ª feira, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comentou a notícia de que sua mãe, Olinda Bonturi Bolsonaro, de 93 anos, tomou a primeira dose da vacina contra o coronavírus, da marca CoronaVac, imunizante do laboratório chinês Sinovac produzida no Brasil em parceria com o Instituto Butantan.

Mostrando a fotografia impressa da mãe, o presidente contou o que aconteceu quando a mãe tomou a vacina, no dia 5 de fevereiro. “Ela foi vacinada e aconteceu uma coisa que é inacreditável. Ela mora no estado de São Paulo, no Vale do Ribeira. A imprensa noticiou, aqui comigo tá o Portal R7 exibindo a foto da minha mãe”. O presidente leu a manchete “Mãe de Bolsonaro tomou CoronaVac, mostram dados oficiais” e disse que os seguidores sabiam a intenção.

“Aqui então, está o cartão de vacina da minha mãe”, continuou exibindo uma folha com a cópia do cartão de vacina. “Ela foi vacinada 12 de fevereiro de 2021. No lote está escrito ‘Oxford’. Está aqui o assinado, a assinatura dele (enfermeiro que aplicou a dose), então tá aqui o registro profissional”.

O enfermeiro, segundo Bolsonaro, é Walter Lacerda de Oliveira Prado, que desde 2017 tem o registro ativo no Conselho Regional de Enfermagem em São Paulo (Coren – SP). O presidente afirmou que o profissional rasgou o cartão de vacina da sua mãe. “O cara foi embora, vacinou minha mãe e foi embora. Duas horas depois o cara volta apavorado na casa da minha mãe, chama a pessoa que acompanhou ela pega o cartão de vacina dela e rasga”, diz.

Segundo Bolsonaro, após rasgar o registro de que a mãe tinha tomado uma dose da vacina de Oxford, o enfermeiro deu outro cartão onde afirmava que a dose aplicada era da CoronaVac. “Eu tenho metade do cartão rasgado que está em outra imagem aqui”.

“Tá aqui ó, o registro profissional”, diz enquanto lê os dados do enfermeiro. “Ele volta, rasga o cartão de vacina da minha mãe, de Oxford, e entrega o do Butantan”. O presidente ainda relembrou uma entrevista feita pela Revista Crescer, da Globo, com Olinda em 2015, aonde ela afirma que o filho não era de falar besteira. “Entrevistaram minha mãe, já com sinais de Alzheimer, e colocou a manchete ‘Mãe de Bolsonaro: Ele não era de falar besteira’. Essa é a Globo e outros órgãos de imprensa. Uma canalhice em cima da minha mãe, com 93 anos de idade”, conclui o presidente.

Poder 360

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