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domingo, 10 de julho de 2022

Doença ou maldição

Domingo, 10 de Julho de 2022



Comparando o Brasil com outras nações, inclusive as pertencentes ao denominado primeiro mundo, o desempenho brasileiro deu um show e acabou considerado como modelo de recuperação para outros países mais desenvolvidos.

Admito que nem sei como todo esse sucesso foi alcançado, mormente levando em conta a suja e desumana ação dos “Contras” em relação a tudo e a todos que constituem e integram a “Nova Ordem Brasileira”, instaurada em janeiro de 2019.

Realmente. O que é ou em que consiste esta horrenda e perversa oposição a um Brasil que quer se desenvolver porque seu povo merece? Em que se resume esta doida oposição a um Brasil de quem o mundo necessita como o ar para respirar ou que deste celeiro, ou seja, desta incomensurável tuia de alimentos carece mais do que nunca? Qual a verdadeira causa disto?

A meu juízo, na raiz dessa oposição desvairada se encontram as riquezas desta Terra de Santa Cruz e o erário, naturalmente. Tudo é por dinheiro. Tudo é um projeto insano de poder e, o que é pior, por um projeto de poder que começa por roubar a liberdade de um povo que sempre quis ser livre e que muito lutou por isso.

Bem sei que não falo de novidade alguma e que fico martelando essa revoltante realidade dando azo que a esquerda delinquente me acuse de ranheta ou de enfadonho. Repetitivo ou não vou enfatizando sem cessar os vilipêndios daquela corja, quanto mais não seja porque, “agua mole em pedra dura...” e o Brasil é uma gigantesca rocha impossível de ser explodida. Será que esses nojentos mequetrefes não realizam que, de fato, não têm meios ou “bala na agulha” e muito menos gente capaz para “venezuelazar” o Brasil?

Essa gentalha das quadrilhas de FHC a Temer bem sabe disso e não é por outro motivo que, sorrateiramente, vai travestindo sua inconfessável pretensão com uma roupagem enganosa, escondida por de trás de falsas e torpes promessas.

O tolo engodo que a oposição - isto é os “Contras” em geral – apresenta à Nação Verde e Amarela cinge-se a uma astuta, mas medíocre trama da esquerda delinquente para propor que se resolva por meios ilegítimos as consabidas dificuldades do Brasil e que somente podem ser resolvidas, efetiva e definitivamente, por meios legítimos.

Não fosse assim não procederiam de forma tão torpe os tais lados negros do STF, do Congresso Nacional, da imprensa velha, dos chupins da máquina pública e de outros que tais.

Porque aquela corja sem verniz jamais ofereceu ao Presidente eleito tudo quanto estivesse ao alcance de medidas republicanas para que ele e sua equipe pudessem licitamente, legitimamente, democraticamente governar com a soberana confiança e a esperança da maioria da Nação, respeitando a voz das minorias, obviamente.

Isto não vai acontecer jamais porque aquele tipo de gente não tem grandeza de espírito ou honra alguma para arrependida renunciar, em prol de seu País, a seu bisonho sonho totalitário e assassino e, procedendo como um dia cantou o grande Ary Barroso, deixasse que seu devaneio se esfumasse, “como [...] a espuma que se desmancha na areia”.

Não fizeram jamais nada daquilo. Ao invés, sempre desdenhando a mão estendida do Capitão, prolataram uma sentença “fachiniana” – que enlameou a mais alta Corte do País – para pôr na rua um ladrão e assassino de milhões de brasileiros, pouco se lixando que a mortalha dos vitimados cobrisse, de vez, o peito daqueles ditadores de toga.

Que coisas se escondem debaixo daquela decisão e de outras de igual teor? Que conjuras, que tramas da madrugada, que torpes conversas, que sinistras combinações a antecederam? Que doença debilita o corpo daquelas pessoas, que maldição atormenta o seus espíritos?

Seja lá o que for deles os patriotas não podem se apiedar. Procuraram o mal e é deste que se nutrem, quando prometem cercear a liberdade deste povo; quando atacam e visam a deformar as famílias e em especial nossas criancinhas; quando assassinam os nascituros; quando pretendem destruir e confiscar a propriedade privada; quando invadem e conspurcam nossos templos e perseguem os religiosos; quando se nutrem do sangue e do suor de nossa gemente e tudo o mais.

De fato nada - absolutamente nada - a oposição ofereceu em prol do País. Preferiu desafiar o Presidente de 57 milhões de cidadãos e nada mais.

Preferiu confrontá-lo, ameaçá-lo, garroteá-lo, para lhe impor adesões caríssimas, caras e inúteis para o País e o perseguiram. Quando o líder resistiu, convicto de que as ofertas daquela gente não lhe trariam pessoalmente ou para o Brasil mais do que as urnas lhe confiaram legitimamente e ainda tirar-lhe-iam, na medida em que transigisse com sua consciência, aquilo sem o que o poder legítimo não sobrevive, a autoridade moral.

Autoridade moral para compor seu gabinete sem tutela de qualquer natureza; para executar seus programas e obras que apenas ao interesse público interessam ou digam respeito; para destruir os esquemas e tapar os ralos por onde escoa o dinheiro do contribuinte; para arrombar as portas e as trancas dos bunkers e dos castelos dos nababos e privilegiados da máquina governamental; para não permitir que roubem o erário; para combater e punir exemplarmente a mínima tentativa de corrupção e imediatamente o desvio de conduta e tudo o mais que nesta linha fez nos últimos três anos e meio.

Por conta disso a louca oposição quer espetar no Capitão o rótulo de autoritário e o faz no mesmo passo em que chamam de democrata o “Ladrão de Nove Dedos”, mesmo quando ele afirma, em alto e bom som, que avançará sobre as liberdades de nossa gente e que implantará nestas plagas um regime igual ao da China ou da Venezuela. Esta é a vingança do “Ogro” contra o povo que lhe mandou para o xilindró.

Essa trupe esquece que a única autoridade que Bolsonaro invoca, exibe e ostenta é a sua autoridade moral, que já o transformou em um símbolo de correção, de honradez e de combate à esquerda medonha e assassina, aqui e no exterior, mas não o perdoam em razão de um ódio doentio.

Não perdoam o governo da União pelo trabalho e por suas fantásticas realizações; pelo sucesso de sua economia, que se tornou modelo de recuperação pós-pandemia e pós-guerra da Ucrânia que abalou o mundo; pelo combate incansável e eficiente ao crime organizado e, sobretudo, por dar solução a problemas que há décadas desafiavam os gestores públicos.

Não aceitam e não perdoam este homem simples e humilde que não se dobrou aos poderosos porque a rigor são renegados da Pátria e desonestos, ímprobos que nunca serão capazes de dizer de onde lhes vêm toda grana que ostentam (ou escondem).

São uns fantasiados de acusadores, de censores iluminados que posam de democratas, enquanto promovem a desordem e traem a Pátria em que nasceram, porque adoeceram de inveja e de despeito, por conta de seus interesses contrariados.

Estão doentes, porque o social-comunismo os “sequelou” para sempre e porque também padecem mesmo é de muita falta de vergonha na cara e de respeito ao próximo, mas não é correto que se diga que foram amaldiçoados. Esta ilação não procede. Não há segurança ao afirmar isto, pois como um dia escreveu Publílio Siro (85 a.C – 43 a.C), escritor latino na Roma antiga, “maldição sem fundamento é malévola mentira” e os patriotas devem, antes de tudo, proclamar a verdade.

Foto de José Maurício de Barcellos

José Maurício de Barcellos

Ex-Consultor jurídico da CPRM-MME. É advogado.


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