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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

A inevitável devassa

Sexta, 30 de Novembro de 2018


O desespero do PT e aliados, inclusive de muitos que foram cúmplices da quadrilha, ainda que sem participar do governo oficialmente (jornalistas, "intelectuais" e artistas), é nítido. Temem, com razão, pois o novo governo deverá pensar o futuro do país, claro, mas já demonstrou que jogará luz nos anos petistas no poder. Fazem muito bem. O Brasil precisa saber. Desta vez, sem o rabo preso de Temer.

Acharam, petistas e cúmplices, que a roubalheira continuaria para sempre, com dinheiro público sendo distribuído como Silvio Santos jogando seus aviõezinhos para plateia.

O plano anunciado abertamente era o de jamais sair do poder. Acharam que a oposição sempre seria o PSDB com seus guardanapos de seda no colo e vinhos chiques sobre a mesa. Erraram.

O jogo virou.

Como ficou provado no recente episódio do "Mais Médicos", um acordo secreto criminoso do PT com Cuba, com a conivência de setores da imprensa, com vidas de prisioneiros da ilha em jogo, as mentiras do PT, claro, não acabaram por aí. Há o famoso BNDES, que deve ser investigado até embaixo do tapete da recepção.

Há as ‘trocentas’ estatais com cabides de emprego. Há os contratos diretos e indiretos com blogs de esquerda. Há os já famosos empréstimos às ditaduras. Há o repasse aos "movimentos sociais". Há até ligação com as FARC. Há, também, o Celso Daniel, não esqueçamos. Há as licitações forjadas com toda sorte de empreiteiras amigas do Rei. Uma força-tarefa para investigar este período obscuro seria bem-vinda.

O principal está no que não foi dito durante estes 13 anos da Era Petista, e que precisa ser revirado para que o país tenha conhecimento da verdade, para que, no futuro, saibam o que este país foi e, principalmente, no que poderia ter se tornado, não houvesse esta interrupção abrupta. Interrupção esta, e isto mata eles, democrática.

O único temor desta quadrilha era a tomada de poder pelos militares. Mas, eles sabiam, diante da comunidade internacional, seria tudo que gostariam para fazer o que sabem melhor, depois de roubar: posar de vítimas.

Pelo voto, foram destronados. Serão investigados.

Eu mal posso esperar o dia 1º de janeiro. Eles também.




de Brasília (DF)

Fonte: Jornal da Cidade Online

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