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segunda-feira, 6 de setembro de 2021

O dia depois de amanhã

Segunda, 06 de Setembro de 2021

O povo brasileiro chegou ao limite. Nossa paciência se esgotou.

A maior expectativa de todos nós observadores políticos não está relacionada ao movimento de 7 de setembro, e sim em relação ao que vai acontecer no dia 8, e portanto eu passo a fazer uma análise de possibilidades, segundo uma visão própria.

O movimento do dia 7 de setembro será a manifestação mais poderosa após a "Marcha Pela Família com Deus Pela Liberdade", realizada entre março e abril de 1964, e que resultou na deposição de João Goulart; após o movimento pelas "Diretas Já" e após o movimento "Fora Collor", que resultou no impeachment de Fernando Collor de Melo. Em números será o mais poderoso de todos.

O povo brasileiro não suporta mais a tirania dos Ministros do STF, personificada pelo Ministro Alexandre de Moraes, cujos atos arbitrários resultaram numa incontestável ruptura entre os poderes, e no cerceamento do nosso direito mais precioso e inalienável, que é o de liberdade de opinião. Quem se propõe a tecer qualquer crítica contra o STF e especialmente contra esse Ministro, coloca-se na mesma posição e corre os mesmos riscos de quem critica o Talibã. Sim, temos um Talibã aqui no Brasil, na forma de uma Suprema Corte.

Por esses e outros desmandos o povo irá em massa para as ruas e fazendo possivelmente seu último clamor para que as instituições funcionem e tragam o país à normalidade.

E o que pode acontecer?

O povo brasileiro está apostando todas as suas fichas nesse movimento e, já cansado de pedir, de clamar e não ser atendido, esse será possivelmente o último movimento. Nossa paciência foi testada em seu limite máximo.

Vários cenários são possíveis

O primeiro será o Congresso Nacional, especialmente o Senado Federal reagir e enfim resolver pautar todos os pedidos de impeachment contra os Ministros do Supremo, e concretizá-lo, limpando a Suprema Corte.

O segundo cenário é isso não acontecer e enfim haver o enterro político de Rodrigo Pacheco, que verá seu futuro político desaparecer. Mas isso pra nós não faz diferença, pois estamos acostumados a ver a troca de ratos, mas a toca continuando a mesma.

O terceiro cenário é talvez o mais grave de todos. O Presidente Jair Bolsonaro e as nossas forças públicas sabem das nossas expectativas e conhecem nossos anseios. Nesse momento estamos mais do que fazendo uma manifestação. Estamos prestando toda a nossa solidariedade e creditando a eles o nosso futuro, sobretudo tentando fazer parar a tirania que agora se impõe e que resulta em prisões arbitrárias, perseguições a aliados do Presidente, mostrando que mais do que uma ruptura entres os poderes, já houve uma ruptura com o povo brasileiro.

Falando friamente, se nada acontecer no dia 8, um enorme sentimento de vazio, desesperança e frustração tomará conta do nosso povo, e que poderá resultar no descrédito do Presidente da República e das nossas forças de segurança. Será como a decretação da incapacidade e por fim uma declaração de rendição do povo de bem para com as forças malignas da esquerda, com direito à frase "Bem Vindos à Brasilzuela".

Se o Congresso, o Executivo e os nossos comandantes militares não reagirem ao dia 7, será a hecatombe brasileira, e haverá uma reversão absoluta no nosso momento político, e é exatamente nisso que tanto a esquerda quanto os atuais tiranos estão apostando. Haverá um desgaste desmedido na direita.

Chegamos no limiar de três décadas de desmandos políticos, corrupção e assaltos, e o brasileiro tem enfim a oportunidade de dar um novo rumo ao país.

Num quarto e último cenário, caso o nosso clamor seja ouvido e tudo aquilo que pedimos seja atendido, a hecatombe será para esquerda. Enfim veremos restaurada a ordem, restabelecida a paz e resgatados os nossos valores, varrendo para fora do poder as ervas daninhas que infestam o país, e frustrando de vez os planos do Foro de São Paulo e seus personagens, de tomarem de assalto um dos países mais ricos (em potencial) do mundo.

Nesse quarto e último cenário estaremos fazendo valer o amor pela nossa pátria, e mostraremos ao mundo o sentido do Hino nacional, especialmente quando ele diz

"Mas se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo
És mãe gentil,
PÁTRIA AMADA, BRASIL!"

Dia 8 veremos o que seremos.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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