Quinta, 29 de janeiro de 2026
“Vamos entender a coisa. Jacques Wagner divulgou nota dizendo que foi consultado pelo Master se conhecia um ‘bom jurista’, indicou Lewandowski e o banco adorou a indicação. Lewandowski confirmou, também em nota, que foi contratado pelo Master, e disse que abandonou todos os casos do seu escritório quando foi para o Ministério da Justiça. Mais: não negou que continuou recebendo dinheiro enquanto era ministro.
Conjugando essas duas notas, temos o seguinte: a contratação de Lewandowski foi personalíssima. O banco queria o ‘bom jurista’ Lewandowski, não os demais advogados do seu escritório. Se continuou pagando enquanto o ‘bom jurista’ era ministro, é porque continuou havendo prestação de serviço.
Está tudo aí, confessado, incontroverso. É caso de cadeia.”

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