Terça, 27 de janeiro de 2026
Ontem, um desses extremistas armados entrou em confronto com a polícia e acabou sendo morto. A militância de redação apresenta o sujeito como "vítima", e tem alimentado a narrativa de "perseguição aos imigrantes", promovendo os protestos.
Eis a denúncia do jornalista americano Andy Go:
"Kyle Wagner, um ex-membro da Antifa de Minnesota que se tornou influenciador nas redes sociais e recrutador online, está incitando seus camaradas a pegarem em armas para matar agentes do governo federal. Seus vídeos de recrutamento estão no Instagram, que se tornou popular entre a extrema esquerda na organização de violência devido ao seu alcance junto aos liberais moderados.
Wagner tatuou no pescoço o logotipo da gangue Antifa "Iron Front", semelhante à forma como os neonazistas se identificam com símbolos fascistas."
Veja o vídeo:
Sobre o posicionamento da velha imprensa, o ativista e empreendedor Leandro Ruschel foi cirúrgico em uma publicação nas redes sociais:
"Em 2016, quando o esquerdista Obama era presidente, a CNN rodou uma reportagem enaltecendo a polícia de imigração.
Diga-se de passagem, Obama é recordista em deportações. Mesmo a atual política de Trump não conseguiu superar os números alcançados por Obama...
Agora, com Trump na presidência, a CNN e outros aparelhos esquerdistas passam o dia inteiro vilificando a polícia de imigração, instigando o enfrentamento.
Eles querem cadáveres para alimentar sua agenda."

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