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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

 

Respeitado parlamentar de Portugal ergue a voz sobre o "Acorda Brasil" e desabafa sobre a luta pela Liberdade

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Brasil e Portugal enfrentam hoje um desafio que atravessa o Atlântico. Um inimigo que muda de discurso, mas não de essência: o socialismo. Uma ideologia que se apresenta com nova roupagem, mais mediática e mais suave, mas que mantém intacto o seu propósito — substituir a liberdade pela dependência, a identidade pelo relativismo e a responsabilidade individual pelo controlo do Estado.

Em ambos os países, o padrão repete-se. Promete-se justiça social e entrega-se dependência. Promete-se igualdade e cria-se pobreza. Promete-se progresso e instala-se a estagnação.

Seja em Lisboa ou em Brasília, os resultados estão à vista.

No Brasil, a caminhada firme do deputado Nikolas Ferreira até Brasília, tornou-se símbolo de uma nova geração que se recusa a ser silenciada. A sua voz clara, direta e sem medo do politicamente correto acordou milhões de brasileiros cansados da mentira ideológica.

O movimento “Acorda Brasil” é mais do que um slogan é um despertar nacional, um apelo à consciência cívica e moral de um povo que não aceita perder a sua liberdade.

Também em Portugal, essa mesma energia começa a ganhar forma na caminhada de André Ventura rumo à Presidência da República. Uma candidatura que representa a rutura com décadas de acomodação e com um sistema capturado pelo socialismo e pelos seus facilitadores.

Tal como no Brasil, também em Portugal o adversário está claramente identificado.

Não se trata de uma luta contra pessoas, mas contra uma ideologia falhada. O socialismo falhou sempre que foi aplicado. Enfraqueceu economias, dividiu sociedades e atacou o pilar fundamental de qualquer nação livre: a família.

A verdadeira liberdade não nasce do caos dialogante. Só há liberdade quando se recupera a ordem. E a ordem só é duradoura quando assenta em Deus, Pátria e Família. Estes não são slogans antigos, mas os alicerces que permitiram às nossas nações nascer, crescer e projetar-se no mundo.

Este artigo é escrito nas praias da Costa Vicentina. Olhando para trás, vejo uma terra abandonada, despovoada e destruída por cinquenta anos de políticas socialistas. Em frente, olhando o Atlântico, vejo a mesma esperança que um dia inspirou os navegadores portugueses a partir rumo a um novo mundo. É essa coragem, essa visão e essa fé que hoje precisamos de recuperar.

A direita conservadora no Brasil e em Portugal tem uma responsabilidade histórica: unir forças, mobilizar consciências e transformar indignação em ação. Não basta discordar em silêncio.

É tempo de participar, de votar e de assumir posição.
Como ensinava Padre António Vieira, o tempo não muda as verdades apenas revela quem teve coragem de as defender.
A luta é a mesma.
O adversário é o mesmo.
A liberdade exige mobilização.
Vote. Participe. Defenda Deus, a Pátria e a Família.

Manuel Matias. Vereador do CHEGA – Odemira

Fonte: Jornal da Cidade Online

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Contato : (84) 9 9151-0643

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