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terça-feira, 12 de janeiro de 2021

A saída da Ford do Brasil e o que, mais uma vez, a “mídia do ódio” omite

Terça, 12 de Janeiro de 2021

NÃO É NO BRASIL. Muito menos é culpa do governo.

A decisão de encerrar a produção de veículos de passeio É GLOBAL e já foi tomada há DOIS ANOS.

É um raciocínio simples.

A montadora americana reina absoluta entre as picapes e utilitários. A "F-Series" é um fenômeno comercial e há vários anos emplaca a menor caminhonete da linha, a F-150, como o veículo mais vendido dos EUA.

Com os veículos leves, porém, a história não se repete. Além de não serem os modelos preferidos nas Terras do Tio Sam, vêm sofrendo fortíssima concorrência das montadoras europeias e asiáticas.

Na Europa, de onde vêm a maioria dos projetos da montadora que são comercializados no Brasil (ou vocês imaginam um "red neck" do Colorado dirigindo um Ka?), a situação é ainda pior.

Dinamarca, Noruega, França, Espanha, Alemanha e Reino Unido já anunciaram a proibição da venda de carros a combustão em um futuro próximo. A intenção da UE é estender a proibição para todos os países do continente, até 2040.

Ou seja: Em vez de fazer investimentos multimilionários, como a Volvo, que está investindo mais de 800 milhões de Euros no desenvolvimento de carros elétricos, a marca do oval azul resolveu apostar no seu know-how e restringir suas operações ao que faz muito bem: Caminhonetes, SUVs e o lendário Mustang.

Os "emocionados" jornalistas brasileiros rapidamente se uniram em coro para criticar as políticas econômicas do governo e responsabilizar Bolsonaro e Paulo Guedes pelo encerramento da produção no Brasil. Mas, mais uma vez, é a grande mídia escondendo fatos e disseminando desinformação.

A verdade é que não é nada pessoal. Sorry, dear friends!

"Nada é permanente, exceto a mudança." (HERÁCLITO)


Fonte: Jornal da Cidade Online 

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