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terça-feira, 5 de janeiro de 2021

A OCCRP e a escolha de Bolsonaro: Um caso de mau-caratismo que se compreende quando conhecemos os envolvidos

 Terça, 05 de Janeiro de 2021

Como muitos já devem ter visto, alguns jornalistas internacionais que fundaram um grupo chamado OCCRP (Organized Crime and Corruption Reporting Project), resolveram nomear o Presidente Jair Bolsonaro a “pessoa do ano em 2020 por seu papel na promoção do crime organizado e da corrupção.”

Pois é, para vocês terem uma ideia, em segundo lugar, que os jurados disseram ter sido vencido por muito pouco por Bolsonaro, estava Donald Trump. Não preciso nem comentar, não é?

Sem dúvida é um caso de mau-caratismo extremo misturado com doses cavalares de psicopatia ideológica.

Imaginem o esforço das esquerdas brasileiras nestes dois anos de governo Bolsonaro para descobrir qualquer prova de corrupção, por mais ínfima que fosse, e até agora NADA!

E esses jornalistas de merda vem acusar justamente Bolsonaro como o grande líder corrupto entre quase 200 países? Eles ignoraram até mesmo as inúmeras ditaduras comunistas que roubam até o sangue da população e o ar que respiram!

Eles disseram que Bolsonaro teria “usado propaganda para promover sua agenda populista, minado o sistema judiciário e travado uma guerra destrutiva contra a Amazônia.”

Sério? Usado propaganda?

Tipo o que, as tias do WhatsApp? Minado o sistema judiciário? Aquele que não deixa Bolsonaro governar desde a sua posse como presidente? E guerra contra a Amazônia? A única guerra que Bolsonaro está travando na Amazônia é contra os roubos trilionários de minerais e madeiras nobres realizados por vários países que fingem se preocupar com ecologia.

Vocês sabem muito bem que Lula ou Dilma nunca foram sequer lembrados por estes jornalistas canalhas, mesmo tendo eles criado o maior esquema de corrupção da história da humanidade!

Também Maduro, Raul Castro, Evo Morales, Cristina Kirchner, só para citar alguns, mandam lembranças aos “conscientes” jornalistas!

Quanto aos motivos específicos para a “nomeação” de Bolsonaro, disseram que existem suspeitas de que alguns membros da sua família teriam “coletado salários para funcionários fantasmas”.

Pois é, as “suspeitas” de “rachadinha” de um parente transformam Bolsonaro incontinenti no maior bandido do planeta, certo? Mas os juízes ainda disseram que o escolheram mesmo “por causa de sua hipocrisia”, porque ele assumiu o poder com a promessa de combater a corrupção, mas se cercou de pessoas corruptas e acusou erroneamente outros de corrupção.

Drew Sullivan, fundador do OCCRP e juiz do painel complementou: “A família de Bolsonaro e seu círculo íntimo parecem estar envolvidos em uma conspiração criminosa em andamento e têm sido regularmente acusados ​​de roubar do povo.” Ou seja, “parecem estar envolvidos” e “têm sido regularmente acusados de roubar do povo” me parecem um tanto quanto vago, não? E regularmente acusados por quem? Pelos partidos de esquerda?

Pois bem, o grotesco de tudo isto me levou a querer dar uma espiada na biografia dos tais jurados. O fundador da tal OCCRP, que fez este comentário vago, superficial e idiota, Drew Sullivan, é um jornalista do Reino Unido que já escreveu artigos, por exemplo, afirmando que a web pode se tornar a realização do projeto comunista de Karl Marx.

Ele chama a web de "comunismo.com" (diz que com o sucesso do comunismo no mundo online talvez a burguesia nem precise ser assassinada).

O seu colega e cofundador da mesma estrovenga, Paul Radu, repórter romeno, afirmou que a Open Society Foundation de George Soros é a principal fonte de financiamento da OCCRP. Precisa dizer mais alguma coisa?

Outro jurado que acusou Bolsonaro chama-se Rafael Marques de Morais, jornalista de Angola, que também trabalhou por anos para a Open Society Foundation, do super criminoso financiador da esquerda internacional e da destruição da civilização ocidental, George Soros.

Uma outra jurada é Maria Teresa Ronderos, da Colômbia, que foi (adivinha?) diretora da Open Society Foundation, do mesmo psicopata George Soros.

Tem também uma tal de Saska Cvetkovska, repórter da Macedônia, que fez artigos atacando o jornal ‘Republika’, da Macedônia do Norte, por “artigos sensacionalistas não verificados que promoveram conspirações contra ...George Soros.”

Uma outra jurada, uma repórter americana chamada Sarah Chayes, chama Donald Trump, por exemplo, de “corrupto, um perigo para a democracia americana e digno de impeachment”, mas defende Joe Biden, é claro, mesmo sabendo de toda a corrupção bilionária que envolve ele e seu filho Hunter em relação à Ucrânia e à China!

Ora, não é nenhuma coincidência que várias organizações financiadas por criminosos internacionais como George Soros estejam atacando e continuarão atacando cada vez mais o Brasil, principalmente depois que Bolsonaro começou a apreender milhares de toneladas de minerais preciosos e madeiras nobres roubadas há décadas da Amazônia por vários países, começou a estrangular as operações criminosas de milhares de falsas ONGs internacionais aqui instaladas, está investigando e punindo cada vez mais a biopirataria e está promovendo o verdadeiro desenvolvimento das regiões norte e nordeste.

Vários países se empenham há mais de 40 anos em travar o crescimento destas regiões, pois além dos roubos fabulosos que realizam livremente nestas áreas há décadas, consideram que por não terem mais espaço em seus próprios países para produzir, só podem lucrar estrangulando nossas atividades econômicas por meio de uma gigantesca burocracia legal baseada nas mentiras ambientalistas. Estes países sabem que uma vez desenvolvidas estas regiões o Brasil se tornará imbatível nos mais diversos mercados globais.

Por tudo isto o Presidente Bolsonaro precisará cada vez mais do nosso apoio, um apoio que vai muito além do virtual, principalmente depois da escandalosa fraude nas eleições americanas criada especialmente para remover Donald Trump do poder. China, Irã e vários outros países investiram verdadeiras fortunas para tirar Trump do comando dos EUA e agora apontarão cada vez mais os seus canhões para Bolsonaro.

(Texto de Maurício Mühlmann Erthal)

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