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terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Dois tipos de pessoas culpam o presidente: as psicologicamente doentes e aquelas que têm deformação de caráter

 Terça, 18 de Janeiro de 2021

O artigo “Quem é mais ignorante, o ignorante ou quem discute com o ignorante?”, de minha autoria, publicado no Jornal da Cidade Online, em que transcrevo parte de uma entrevista do músico João Gordo intitulada: “Fascistas, negacionistas e pseudo-religiosos: o apocalipse segundo João Gordo” e, faço as minhas considerações ponto a ponto, está sendo muito comentado.

Entretanto, alguns leitores questionaram sobre “dar palanque” a uma pessoa cujas palavras veiculam tanto ódio e acusações ao presidente? E, qual a importância do que ele diz para o país?

Diante destas indagações, respondo:

A minha intenção não é dar visibilidade ao João, mas, alertar para o fato de que a fala dele (inclusive, desejando a morte do presidente) representa o pensamento da maioria dos "intelectuais" da esquerda.

Não é de hoje que, jornalistas, apresentadores, opositores políticos, artistas e demagogos em geral, USAM a fala de ignorantes políticos, tais como: Felipe Neto, Anita, Brunos e Brunas... para falar por eles, assim, as excelências se mantém no modo politicamente correto.

Lembram do “pronunciamento” internacional que o Felipe Neto fez, difamando o presidente para o mundo? Imediatamente ele recebeu aplausos de Freixo, do Santa Cruz e admiração paternal de Barroso. Assim mesmo. Descaradamente.

Há um trabalho intenso, reincidente e repetitivo para plantar a ideia de que a direita é violenta, louca, perigosa e primitiva.

Portanto, não é por acaso que volta e meia, aparece um desequilibrado como esse João Gordo, e diz absurdos, incita crime e fica impune por ser considerado louco! Ou desimportante!

Só usei a história do João-Gordo-de-dar-pena, para ilustrar os perigos do ódio que a esquerda projeta na direita. Loucura é não saber ler nas entrelinhas. A intenção é clara: CANSAR E DIVIDIR a direita, até conseguir extrair algum comportamento agressivo, que confirme a tese de que são violentos por natureza. A exemplo do que ocorreu nos EUA.

É necessário identificar as armadilhas e evitar qualquer tipo de embate. Cabe às pessoas mais evoluídas a responsabilidade de uma comunicação mais assertiva, pois, as menos evoluídas não tem condições de discernimento. Alguém tem que ceder.

Conforme eu escrevi no artigo citado acima:

“O Brasil tem muitos Joãos e muitas Marias traumatizados(as) por suas vivências com figuras de convivência na família e na escola. O modelos de família e de escola, das últimas décadas, deu asas antes de dar raízes, por isso, a rebeldia e a indisciplina imperam. Em cada adulto que esbraveja, xinga, esperneia, protesta nos diferentes ambientes e mídias sociais, há uma criança ferida, magoada, traumatizada, que não suporta a própria sombra, e projeta nos outros, a maldade que está dentro de si. Necessitam da ilusão de que são bons e caridosos, para isso, escolhem causas ou pessoas que estão em condições inferiores, para que possam depender da sua ajuda e bondade. Não suportam iguais ou superiores. Não tem maturidade. Ficou fixado em alguma fase infantil que lhe predispõe à birra, à raiva e ao ódio. Um ódio projetivo, evocado pelos ferimentos de uma vida inteira, que agora, encontra na figura de Bolsonaro a personificação de todos os algozes da humanidade.”

Diante do exposto, fica evidente que a forma como o ser humano reage diante das figuras que representam a autoridade, depende necessariamente, do modo como interage com as pessoas da sua história pessoal de vida.


Fonte: Jornal da Cidade Online

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