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terça-feira, 7 de julho de 2020

Bolsonaro, um autêntico conservador, daí o ódio dos esquerdistas, desde os isentões até a massa de manobra

Terça, 07 de Julho de 2020

Jair Bolsonaro

Desde Edmund Burke, o famoso contraponto da Revolução Francesa, até a última palestra de Pe. Paulo Ricardo, de Jordan Peterson ou de Olavo de Carvalho, as definições de conservadorismo pouco mudaram em sua essência nesses duzentos e cinquenta anos.

Ser conservador é ser mentalmente saudável (ou buscar sinceramente essa saúde, errando cada vez menos), e promover o que funciona, por meio do trabalho e da clara distinção entre o que presta e o que não presta, entre o que nos pertence e o que não nos pertence.

É por isso que todos os países civilizados do mundo estruturaram-se em torno do conservadorismo, que é a ação rumo ao Bem; e o que Bolsonaro faz em sua vida e no governo do Brasil refletem de modo admirável o que os maiores intelectuais conservadores já teorizaram e constataram.

Quando Bolsonaro afirma que devemos ter respeito às tradições, ou quando afirma que prefere terminar obras inacabadas do que começar obras novas, ecoa Burke, que frisava que não há avanço real sem entendimento e preservação das conquistas dos antecessores.

Quando Bolsonaro afirma que opção sexual não pode ser marca distintiva de nenhum cidadão e nem gerar uma classe privilegiada, tratando-se de questões de foro particular, ele diz a mesmíssima coisa que Roger Scruton quando teorizou com elegância e sofisticação.

Quando Bolsonaro se recusa a ver índios e negros como se fossem internos de zoológicos, insistindo que são cidadãos como todo o resto da população, apenas repete o que Thomas Sowell escreveu em vários de seus livros.

E quando ele diz com todas as letras que vagabundo precisa deixar de ser vagabundo se não gosta de ser tratado como vagabundo, está apenas resumindo o que Theodore Dalrymple colocou em suas obras.

E ao defender a propriedade, a família e o direito ao armamento civil, repete de modo sólido, claro e correto o que foi dito por grandes homens do Ocidente, tais como Thomas Jefferson e George Washington.

Este é o fato: toda a vagabundagem esquerdista - desde os isentões, passando por jornalistas e políticos, e chegando até a massa de manobra - não odeia Bolsonaro porque ele é "tosco".

Os esquerdistas odeiam Bolsonaro porque sabem, instintiva ou intelectualmente, que ele é um autêntico conservador; sendo, portanto, um obstáculo real para a proliferação das criaturas do pântano.

Marco Frenette

Fonte: Jornal da Cidade Online

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