Sexta, 29 de agosto de 2025
“
Esse foi o tempo em que eu tive tranquilidade e oportunidade de focar minha vida em uma única pauta: trazer justiça contra o maior violador de direitos humanos da história do Brasil, eu me arrisco a dizer”, declarou Eduardo, referindo-se ao ministro.
Na audiência, Eduardo também defendeu a concessão de anistia como forma de “virar a página” e mencionou negociações comerciais com os EUA.
“E que assim a gente chegue a uma boa condição, numa mesa de negociação com os EUA, para reduzir ou quem sabe até zerar as tarifas”, afirmou.
O parlamentar disse ainda que “inventaram” acusações contra ele e voltou a insistir em que Moraes atua de forma arbitrária. Em outro trecho, comentou sobre a possibilidade de sanções internacionais contra autoridades brasileiras que apoiem o ministro. Segundo Eduardo, a adoção de medidas dependeria da postura dos EUA, mas poderia ocorrer caso a Primeira Turma do STF mantenha respaldo às ações de Moraes.
“Se outras autoridades brasileiras decidirem seguir os passos dele, corroborarem essa conduta, eles vão estar incursos no mesmo tipo de penalidades. A Lei Magnitsky é uma lei que exige uma burocracia, no entanto todos aqueles que apoiam o violador, aquele já sancionado, eles automaticamente podem ter contra eles aplicadas as chamadas sanções secundárias, que basicamente são as mesmas sanções contra o Alexandre de Moraes”, disse o deputado.
Fonte: Jornal da Cidade Online
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