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quarta-feira, 22 de junho de 2022

Após prender ex-ministro da Educação, PF cumpre mandados de busca e apreensão no MEC

Quarta, 22 de Junho de 2022

Foto: Valter Campanato

A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (22) quatro mandados de busca e apreensão no prédio do Ministério da Educação (MEC), em Brasília. A ação foi feita no âmbito da Operação Acesso Pago, que apura tráfico de influência e corrupção para a liberação de dinheiro público do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao MEC. O ex-ministro Milton Ribeiro foi preso na operação, em Santos (SP) e chegará à capital federal ainda nesta quarta.

Até as 11h, policiais federais ainda cumpriam mandados no ministério. Em nota, o MEC afirmou que recebeu a PF e que “continua colaborando com todas as instâncias de investigação que envolvem a gestão anterior da pasta”.

“No sentido de esclarecer todas as questões, o MEC reforça que continua contribuindo com os órgãos de controle para que os fatos sejam esclarecidos com a maior brevidade possível. O MEC ressalta, ainda, que o Governo Federal não compactua com qualquer ato irregular e que continuará a colaborar com as investigações”, pontuou.

Com base em documentos, depoimentos e relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), a PF identificou possíveis indícios de prática criminosa para a liberação de dinheiro público. Ribeiro foi preso sob suspeita de prática dos crimes de corrupção passiva (2 a 12 anos de detenção), prevaricação (3 meses a 1 ano de reclusão), advocacia administrativa (1 a 3 meses de detenção) e tráfico de influência (2 a 5 anos de reclusão).

O advogado de Ribeiro, Daniel Bialski, informou que o ex-ministro “já assinou a procuração” e que está em busca das cópias do processo para poder fazer um habeas corpus. “Mesmo sem conhecer profundamente o caso, parece-me que essa prisão preventiva não possui contemporaneidade (os fatos ocorreram há muito tempo) e não haveria nem razão e/ou motivo concreto para essa custódia antecipada”, defendeu, acrescentando que acompanhará Ribeiro na audiência de custódia designada.

A investigação apura a atuação dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura no MEC, também presos na operação da PF. Informações mostram que eles articulavam a liberação de recursos do FNDE a municípios em troca de valores em dinheiro e até em ouro.

Ribeiro pediu demissão do ministério no fim de março em meio à intensa pressão após ser revelada a existência de um “gabinete paralelo” dentro do MEC com os pastores. A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo que, posteriormente, mostrou uma série de informações de prefeitos que diziam que os pastores faziam pedidos em troca de apoio para a liberação de recursos.

Dias depois, a Folha de S.Paulo publicou um áudio no qual o ministro diz expressamente que, a pedido do presidente Jair Bolsonaro, prioriza o direcionamento de verbas a determinados municípios após solicitação do pastor Gilmar Santos.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES

  1. É o Presidente Bolsonaro cortando na própria carne, doa a quem doer, o Véio Bolsonaro não tolera corrupção.

    1. Cacá desvairada! Será que ele vai ressuscitar aquela frase: ” eu não sabia de nada.”

  2. Tem que prender o bandidão maior, aquele fala de Deus e de tortura ao mesmo tempo…
    Aquele que é cornão e chefe da boiada mais imunda que existe!

  3. Está cada dia mais difícil acreditar nos líderes religiosos. Todo dia um escândalo envolvendo esse povo q se diz cristão e da Tradicional Família Brasileira. É MUITA HIPOCRISIA!

  4. Quero ver alguém e ele próprio ( Bostonaro) afirmar q no gestão dele não têm corrupção!!!! E é pq disse q botaria a cara no fogo. Vai ficar tostado.

    1. Deixa de mugir besteira! Diversas matérias publicadas por meios de comunicação sérios afirmam (não falo de grupin do Zap, telegram ou canal de youtube ou blog de Gado) que o MINTO já afastou ou PUNIU VINTE delegados da PF que ousaram investigar seus parentes, filhos ou amigos próximos… Parece que dessa vez não funcionou na investigação do pastor do MEC… Vai ver o caso de CORRUPÇÃO era tão grande e evidente que não teve como o presidente barrar…

    2. É verdade, irmão Berg Naldo.
      Nos governos passado Esses tipos de coisas eram abafados.

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