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quarta-feira, 22 de junho de 2022

Depois de sofrer ataques covardes, Leda Nagle dá aula de como se faz jornalismo com ética e imparcialidade

Quarta, 22 de Junho de 2022

A experiente jornalista e apresentadora, Leda Nagle, de 71 anos, está sendo "cancelada" pela lacração, por ter aceitado entrevistar o presidente Jair Bolsonaro (PL) e ouvir o lado do Governo Federal sobre o desaparecimento e morte do jornalista inglês Dom Philips e do indigenista Bruno Araújo.

Na ocasião, quando os dois ainda estavam somente desaparecidos, Bolsonaro comentou que faltou "atenção" para entrar em uma região isolada da mata sem estar "preparado, fisicamente e também com armamento”.

"Esse inglês era mal visto na região. Ele fazia muita matéria contra garimpeiro, a questão ambiental", explicou o presidente.

"Aquela região lá, que é uma região muito isolada, muita gente não gostava dele! Ele tinha que ter redobrado a atenção para consigo próprio. É muito temerário você andar naquela região sem estar preparado, física, mente e também com armamento", acrescentou.

Os esquerdistas de plantão, claro, não gostaram nada das declarações de Bolsonaro e iniciaram uma onde de ataques contra Leda Nagle, acusando a jornalista de ter ficado calada durante os comentários.

Em post no Twitter, Leda deu uma aula de como se faz jornalismo íntegro, ético e imparcial e escreveu:

"Não sou censora. Sou entrevistadora. Não faço Fake News. Faço entrevistas.  
Respeito meus entrevistados. Eu pergunto. Eles e elas respondem. 
É assim que entendo e exerço o jornalismo. Escuto todos os lados, ideias e ideologias. 
Acusar entrevistadora de fazer Fake News é crime", disse.

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