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sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Bolsonaro diz que vale a pena ser presidente da República ‘apesar das dificuldades, calúnias e difamações’ e que conforta saber que na sua cadeira em Brasília ‘não está sentado um comunista’

 Sexta, 17 de Setembro de 2021

Foto: Miguel SCHINCARIOL / AFP

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (17/9) que “passou a conhecer aqueles que não têm compromisso com a nação”. Embora não tenha citado nomes, o chefe do Executivo teceu a indireta a membros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele afirmou ainda que “tudo pode ser renovado”, em referência aos nomes que ainda pode indicar à Corte.

“Os momentos mais difíceis a gente vive sozinho, os mais complicados, a gente está sempre ao lado de Deus. A minha função, chefe do Executivo da nação, é o local onde você passa a reconhecer a amizade e o apoio de boas pessoas. Mas também passa a conhecer aqueles que não têm compromisso com a sua nação, não vamos nominar. Vamos apenas trabalhar, vamos renovar, vamos acreditar, vamos ter a certeza de que temos tudo para ser uma grande nação”, apontou.

“Nada devemos temer, nem mesmo a morte, a não ser a morte eterna. Vamos vencer essa batalha. Vamos, aos poucos, mudando o destino do Brasil. Tudo pode ser renovado, como renova o Executivo, o Legislativo e também o Judiciário”, continuou.

O presidente ainda teceu ataques ao PT, dizendo que uma das coisas que mais o conforta “é saber que na cadeira em Brasília não está sentado um comunista”. “Apesar das dificuldades, das calúnias, difamações, entre outras barbaridades, vale a pena ser presidente da República. Porque uma das coisas que mais me conforta é saber que na minha cadeira em Brasília não está sentado um comunista”, acrescentou.

Bolsonaro relatou ainda que a iniciativa privada só investe e aplica recurso em obras porque passa a confiar no governo. “A confiança é um indutor do progresso e do desenvolvimento. Estamos completando com a ajuda de (Augusto) Nardes (ministro do Tribunal de Contas da União), no tocante à governança, 2 anos sem corrupção”. Ele emendou que “se Nardes fosse ministro do STF, votaria contra o marco temporal”.

Por fim, reclamou de críticas que vem sofrendo e de ataques a familiares. “Eu sou soldado que está na frente de batalha. Nada me abala, contudo, lamento pelo que minha família sofre, o que meus amigos sofrem e por aqueles que estão ao meu lado tentando administrar o Brasil também sofrem, mas nós estamos vencendo”, concluiu.

Diário de Pernambuco, com Correio Braziliense

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