Quarta, 08 de janeiro de 2026
Mesmo diante do pedido para transferência imediata ao Hospital DF Star, Moraes entendeu que não havia comprovação de urgência médica, com base em laudos preliminares da Polícia Federal, que apontaram ferimentos leves. O ministro também determinou a apresentação dos laudos médicos completos do atendimento prestado.
Aliados e familiares classificaram a decisão como desumana, considerando a idade, o histórico de saúde do ex-presidente e os riscos associados a uma queda. A defesa sustenta que exames de imagem são indispensáveis e que o ambiente prisional não oferece estrutura adequada para avaliação completa.
O episódio reacende o debate sobre direitos humanos, proporcionalidade e tratamento dado a presos de alta exposição pública, enquanto cresce o questionamento sobre o silêncio de entidades que tradicionalmente se manifestam em casos envolvendo condições de custódia e saúde de detentos.


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