Sábado, 10 de janeiro de 2026
Ao responder a uma pergunta do comentarista conservador Hugh Hewitt, Trump demonstrou convicção de que a administração do presidente cubano Miguel Díaz-Canel enfrenta um cenário de possível queda iminente. Apesar disso, o presidente dos EUA ponderou que “não se pode exercer muita pressão” e afastou, ao menos publicamente, a hipótese de uma ação direta contra Havana.
Segundo Trump, a fragilidade do governo cubano estaria diretamente relacionada à perda de apoio econômico da Venezuela. Ele associou esse enfraquecimento ao contexto recente em que os Estados Unidos capturaram o ditador venezuelano, Nicolas Maduro, e anunciaram acordos políticos e econômicos com o governo interino de Caracas, o que teria reduzido a capacidade venezuelana de sustentar financeiramente Cuba.
Mesmo sem entrar em detalhes sobre possíveis operações no território cubano, Trump reforçou que a estratégia de pressão adotada por seu governo contra Havana será mantida. Ele indicou que a política externa dos EUA continuará focada em restringir recursos e influência do regime cubano.
No último domingo (3), o presidente americano já havia feito declaração semelhante, afirmando que o governo de Cuba estava “prestes a cair”. Na ocasião, falando a bordo do avião presidencial, Trump sustentou que Havana deixaria de se beneficiar do fornecimento de petróleo venezuelano, fator considerado crucial para a economia cubana.

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