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quarta-feira, 1 de junho de 2022

Cunha: "Queria que Sérgio Moro fosse candidato a qualquer coisa para vê-lo derrotado"

Quarta, 01 de Junho de 2022



Falando sobre a eleição presidencial Cunha, disse não acreditar em segundo turno pois a fragilidade da terceira via e do próprio Ciro Gomes vai concentrar ainda mais os votos em Bolsonaro e Lula. Sendo assim um deles poderia atingir a meta de 50% dos votos válidos mais um e pela sua experiência ele acredita que esse candidato será Jair Messias Bolsonaro. Pela sua comunicação fácil com o povo e sua capacidade de mobilizar multidões rapidamente. Lula já teve esse poder 10 ou 15 anos atrás, mas os sucessivos escândalos de corrupção minaram a sua credibilidade, por isso Lula pontua bem nas pesquisas porque ele ainda é popular, mas ele não terá os votos porque sua credibilidade foi fortemente abalada. Cunha lembrou também que nunca um presidente perdeu sua reeleição no Brasil.

Eduardo Cunha (que é pré-candidato a deputado federal pelo PTB-SP) também falou sobre as eleições no Rio. Ele acredita que o governador Cláudio Castro (PL) vai se reeleger facilmente porque, segundo ele, Marcelo Freixo (PSB) é o adversário que todo político sonha em ter: extremamente radical e com altíssima rejeição. Ele ainda fez um comentário, disse que Crivella jamais teria sido prefeito do Rio se não tivesse Marcelo Freixo adversário em 2016. Ele acredita que a história vai se repetir em 2022 e Freixo será derrotado pelo atual governador.

Provocado por Eduardo Negrão sobre uma possível candidatura de Sérgio Moro ao governo de São Paulo pelo União Brasil, Cunha não vacilou disse: 

"Eu gostaria que o Sergio Moro fosse candidato a governador em São Paulo, aliás eu gostaria que ele fosse candidato a qualquer coisa (...) para que ele pudesse ser derrotado, para que ele pudesse ser contestado. Se ele ousar ser candidato ao governo de SP, será fragorosamente derrotado. O Moro tá restrito a uma candidatura ao congresso, ainda assim se sair para o senado será derrotado também."

Cunha concluiu dizendo que não tem condenação nenhuma sobre ele nesse momento, as condenações que lhe foram impostas pela Lava-Jato foram anuladas pelo STF e pelo Tribunal Regional Federal. Sendo assim ele e seus advogados entende que ele não está inelegível, mas que qualquer contestação só será feita a partir de agosto quando acontece o registro das candidaturas.

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