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sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Os novos "ADÉLIOS bispos" contra-atacam e Igreja vira palanque político (veja o vídeo)

 Sexta, 05 de Novembro de 2021

Dois bispos da Igreja Católica, o presidente da CNBB, Dom Walmor e seu parceiro de ideologia, Dom Mol, ambos revolucionários de extrema esquerda, famosos por polêmicas tais como: a missa da maconha, missa afro, show no Cristo Redentor, Clip LGBT em paróquia de Manaus, peça Hare Krishna e outras e ações polêmicas, como a campanha da fraternidade ecumênica de 2021, ressurgiram no cenário político com mais polêmicas, em ‘nome’ da Igreja.

Desta vez trata-se de uma ação concreta e ousada.

A organização do “I Seminário Nacional de Lideranças Cristã na Política. Academia de Líderes Católicos do Brasil, Educação para o Diálogo no Atual Cenário Político Brasileiro”.

Esse primeiro seminário começou nesta quinta-feira (04) e prossegue nos dias: 11, 18, 23 e 25 de novembro. Traz um time de palestrante de causar calafrios em qualquer Cristão.

Os principais palestrantes são de extrema esquerda, ei-los:

A Deputada Federal Tabata Amaral e o (des)governador mais radical do país, Flávio Dino. A ministra do Supremo, indicada pelo Lula, a Carmem Lúcia também irá proferir palestra. Todos contam com o apoio e a benção dos dois bispos polêmicos, Dom Walmor e Dom Mol.

Álvaro Mendes, vice-presidente do Centro Dom Bosco, disse em vídeo publicado no YouTube (veja no final do texto), que católicos de todo o Brasil entraram em contato com os canais do Centro Dom Bosco para protestar contra a iniciativa dessas autoridades de alto escalão da Igreja Católica, que apesar de serem MINORIA, são rebeldes atuantes e insistem em difundir ideias heterodoxas de forma incisiva, que acabam por abalar a fé da maioria dos católicos.

Para escrever esse artigo, assisti as palestras de abertura do seminário (online), que começou com a ausência da ilustre convidada a Deputada Tabata Amaral. Mas, outros palestrantes, pouco conhecidos, deram o tom do que será essas quatro semanas.

Dom Darci Niciolli fez a abertura do evento em tom “amoroso” com argumentos de que o Brasil precisa “falar com responsabilidade e não falar qualquer coisa e de qualquer jeito”. Alertou para o crescente individualismo em detrimento do coletivismo. Enfatizou que as causas do grande número de mortes na pandemia, decorreram da ausência de diálogo por parte do governo federal, e definiu como “uma verdadeira calamidade provocada”. Culpou única e exclusivamente o governo pela “polarização política em função da manutenção do poder” ... E os grupos que seguem esse sistema estão “presos numa armadilha”. Disse ainda que vão lutar pelo diálogo e não por essa polarização estúpida, pela superação de uma ideologia nefasta e ditatorial, exemplificada pelo gravíssimo ato antidemocrático de 7 de setembro.

Todos os outros palestrantes da noite seguiram a mesma linha, citando a conhecida ladainha, de má gestão da pandemia, pelo negacionismo, por só se preocupar com a economia, por incentivar uso de medicamentos sem comprovação científica, pelas mortes em Manaus por falta de respiradores e bla, bla, bla. Tive uma sensação de “Déjà vu” e me lembrei da CPI da Covid.

Sou esposa, mãe, psicóloga Cristã da Igreja Católica, e essa é segunda vez que não me sinto representada por essa ala comunista da Igreja. São os “falsos profetas”. A primeira vez foi por ocasião da publicação da “Carta ao Povo de Deus", assinada por 152 bispos da igreja católica, cujo artigo está no link abaixo: OS NOVOS “ADELIOS BISPOS” QUEREM LIQUIDAR COM O PRESIDENTE.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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