martins em pauta

sábado, 29 de dezembro de 2018

Ninguém no Brasil quer mais Lula em cima de palanques mentindo para o povo e pregando ódio





O Brasil ainda será um país dividido em 2019, mas é possível adiantar que quase ninguém no país está mais disposto a tolerar o ex-presidente Lula em cima de palanques berrando que é inocente e pregando ódio contra que duvida dele.

O PT se gaba de ter obtido cerca de 47 milhões de votos nas eleições presidenciais com Haddad, contra 57 milhões obtidos por Bolsonaro no segundo turno. Dizem que se fosse Lula, ganhariam a eleição, o que é uma grande bobagem. Haddad e Bolsonaro polarizaram as eleições numa estratégia perseguida pelas duas candidaturas durante todo o ano. Muitos que votaram em Haddad, o fizeram apenas por rejeitar Bolsonaro e vice versa. Alheios a este embate, 43 milhões de eleitores preferiram não dar o seu aval a nenhum dos dois candidatos. Isto é um fato. Se por um lado, 90 milhões de eleitores não votaram em Bolsonaro, é possível afirmar sem marfem de erro que cerca de 100 milhões de eleitores estão bastante satisfeitos com Lula na cadeia. Todos se lembram dos fiascos de público das caravanas do petista poucos meses antes de sua prisão. Lula foi hostilizado até mesmo em regiões pobres do país.

O Brasil terá desafios enormes a serem enfrentados a partir de 2019. O maior deles será justamente assegurar a manutenção da estabilidade econômica alcançada pelo governo Temer, com inflação e juros nas médias mais baixas da história. Estes indicadores serão fundamentais para acelerar a retomada de empregos iniciada há cerca de dois anos. Neste cenário, o que o país vai menos precisar é da interferência dos responsáveis por mergulhar o país na maior recessão de todos os tempos. Será saudável que Lula continue na cadeia, que a ex-presidente Dilma Rousseff continue passeando no exterior denunciando um tal de golpe, enquanto o futuro governo tente acertar o caminho. Para o bem do Brasil. Independente das preferências políticas, o fato é que o país ainda precisa avançar na recuperação econômica. Para o bem de milhões de cidadãos.

Fonte: Imprensa Viva

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