Sexta, 10 de abril de 2026
As ações, uma penal e outra de improbidade, são desdobramento da Operação Faraó, deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Controladoria Geral da União e do Ministério Público Federal. À época, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e determinado o bloqueio de cerca de 26,5 milhões de reais.
As investigações apontam indícios de irregularidades desde 2017 na execução do projeto, financiado pelo Ministério da Saúde e operacionalizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com gestão da Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura.
Segundo o MPF, os denunciados teriam desviado recursos por meio de pagamento indevido de diárias, uso de verbas públicas para despesas pessoais e concessão irregular de bolsas. A ação penal pede condenação por peculato e a de improbidade aponta enriquecimento ilícito.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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