Quarta, 29 de junho de 2016

O ministro da Cultura, Marcelo Calero, afirmou ontem que o escândalo revelado na operação Boca Livre, que apontou fraudes em 250 contratos da Lei Rouanet, não pode ser utilizado para “demonizar” o instrumento de fomento à cultura. Nas palavras do ministro, os responsáveis pelas fraudes são “bandidos que formaram uma quadrilha e se valeram do instrumento para finalidades não previstas na própria Lei Rouanet”.
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