Quinta, 07 de maio de 2026
Ao avaliar o pedido, Moraes fundamentou sua decisão no direito à saúde assegurado a pessoas privadas de liberdade, ressaltando que a legislação vigente garante esse tipo de assistência mesmo em regime de prisão. Atualmente, Heleno cumpre prisão domiciliar em caráter humanitário, condição estabelecida no fim de 2025.
A autorização também considerou o quadro clínico do general. Uma perícia realizada por especialistas indicados pelo STF apontou diagnóstico em estágio inicial de demência, incluindo Alzheimer, fator que contribuiu para o entendimento do ministro quanto à necessidade de acompanhamento especializado.
No contexto judicial mais amplo, Heleno foi condenado a mais de 21 anos de prisão por participação em uma suposta tentativa de golpe de Estado. O processo também envolveu outros réus, como o ex-presidente Jair Bolsonaro e o general Walter Braga Netto, que igualmente receberam condenações no mesmo caso.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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