Quarta, 25 de fevereiro de 2026
Valdemar declarou que o ex-ministro da Defesa não agregou votos à candidatura. O dirigente partidário defendeu que a senadora Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura, deveria ter sido a escolhida para compor a chapa presidencial.
"Nos não podemos perder os votos que perdemos no passado. Bolsonaro quis colocar como vice o Braga Netto, que é um homem do bem, mas que não dava um voto para ele. Eu tinha sugerido Tereza Cristina. Foi um erro que cometemos, porque perdemos a eleição por 1 milhão de votos", disse Valdemar.
O presidente do PL argumentou que a parlamentar do PP-MS poderia ter garantido a vitória nas urnas. Ele pontuou que a diferença de votos na disputa presidencial foi de aproximadamente 1 milhão. Valdemar considera essa margem possível de ser revertida com uma composição diferente da chapa.
A manifestação do cacique do PL revela uma análise retrospectiva sobre a campanha eleitoral. O dirigente partidário utilizou o evento empresarial para expor publicamente sua avaliação sobre as decisões estratégicas daquele pleito.
A crítica não questiona as qualidades pessoais de Braga Netto. Valdemar enfatizou que o general é uma pessoa íntegra. A avaliação do presidente do PL se concentra na capacidade eleitoral do ex-ministro de atrair votos para a chapa presidencial.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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