martins em pauta

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Em tempo de tantos idiotas úteis, surge a mais perfeita definição do "Politicamente Correto"

Segunda, 20 de Maio de 2019



Muito vimos assistindo na Extrema Imprensa cobranças de atitudes do governo que sejam dignas do odioso politicamente correto por parte do novo governo.

Esquecem-se os do Quarto Poder que o Capitão foi eleito justamente para combater, entre tantos outros males herdados do Lulopetismo, os comportamentos com base nessa doutrina política que tantos males nos causou.

Apesar de tão recente, o Governo Bolsonaro, em várias áreas, já produziu mais do que nos 16 anos de PT.

A atitude pouco ou nada democrática da Extrema Imprensa, quando maximiza publicidade a pequenos erros e deixa de noticiar feitos que merecem destaque, tem o claro e indisfarçável objetivo de criar crises e colocar o governo em xeque.

Mas o que seria esse tal de politicamente correto em meio à incessante luta para sairmos da maior crise que este país já enfrentou? Seria repetir o aparelhamento estatal? Seria repetir pedaladas? Seria, ainda, aceitar e apiedar-se do jus sperniandi dos que saem latindo e atirando pedras? Não, o politicamente correto não é nada disso.

Segundo um aluno da Grifft University, de Sidney, Australia, que apresentou a melhor definição para essa expressão que tive a oportunidade de ler, atendendo a um desafio de um dos seus professores, cunhou a frase que mereceria ser eternizada:
“Politicamente correto é uma doutrina sustentada por uma minoria iludida, promovida pelos meios de comunicação, e que sustenta a ideia de ser possível pegar um pedaço de merda pelo lado limpo.”

Ao iluminado estudante, as nossa homenagens por sua precisa e esclarecedora definição.

(Texto de Paulo Marenga. Arquiteto)

Fonte: Jornal da Cidade Online

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