Sábado, 24 de janeiro de 2026
Segundo o relato de Maria, o crime aconteceu em circunstâncias comuns do dia a dia. Ela havia acabado de estacionar o carro em uma rua tranquila, descrita por ela como composta por “casinhas geminadas”, e caminhava cerca de 20 metros até o local de destino quando foi surpreendida pelo assaltante. O criminoso levou seu celular e a aliança. Até o momento, ele não foi identificado.
Em um desabafo publicado nas redes sociais, Maria Prata afirmou que não estava distraída nem utilizando o celular no momento do ataque.
“Não estava dando bobeira, nem em lugar perigoso”, ressaltou.
Abalada, ela descreveu as consequências emocionais do episódio.
“Não consigo dormir. Minha cabeça é um replay sem fim de áudios e imagens de uma situação que ninguém deveria passar na vida. Nem eu, nem a Dora, nem aquele cara”, escreveu.
Impacto emocional na criança
Embora a filha não tenha visto a arma nem percebido exatamente o momento em que a mãe entrou em choque, o impacto psicológico foi imediato. De acordo com Maria, a criança passou o dia seguinte tentando compreender o ocorrido, fazendo perguntas sobre o agressor, suas motivações e o motivo de situações como essa acontecerem.
“Dora passou o dia falando sobre isso, processando, querendo entender”, relatou.
Ao final do texto, a jornalista agradeceu pelo fato de ambas estarem fisicamente bem, apesar do trauma.
“Estamos bem, têm coisas muito piores, o pesadelo poderia ser outro. A vida é mesmo um sopro. Um movimento errado e o desfecho poderia ser outro, como já foi com tanta gente”, refletiu.
Veja:

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