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terça-feira, 5 de julho de 2022

Marcos Valério revela o dia em que percebeu que estava na mão de um 'bandido' (veja o vídeo)

 Terça, 05 de Julho de 2022

São muitos os trechos que estão sendo divulgados da delação de 2018 do ex-operador do Mensalão, Marcos Valério. Quase todos, recheados de fatos e revelações estarrecedoras sobre a possível relação do PT com o crime organizado (Valério cita diretamente o PCC) e o grande esquema de desvios, corrupção e lavagem de dinheiro para o financiamento da legenda e de campanhas eleitorais.

Mas um deles, em especial, divulgado pela revista Veja, traz o diálogo entre o publicitário e o ‘braço direito’ do ex-presidiário Lula, Paulo Okamotto:

"No primeiro dia que eu ia depor na CPI dos Correios, eu recebo a vista do Sr. Paulo Okamotto. E ele diz o seguinte – ‘venho a mando do presidente, preciso falar com você’. E eu recebo ele, na casa estava cheio de gente lá, isso eu tenho testemunha de sobra. Recebo ele num quarto lá aonde ele me pede para não passar tudo o que sei pra CPI. Por que? Porque eu tinha que segurar o presidente Lula no governo.
Aí passa um tempo, em um hotel em que ele morava e eu ficava hospedado para a gente conversar a noite, eu tenho uma briga com ele. Ele vira e fala assim – ‘Marco o negócio é o seguinte, uma turma nossa acha que nós temos que fazer com você, a mesma coisa que nós fizemos com o Celso Daniel, mas eu sou contra" – ele falando isso comigo.

Diz Marcos Valério, prometendo que repetiria o que tinha acabado de afirmar em um detector de mentira e que percebeu que, a partir daquele momento, estava na mão de um bandido.

Sobre Paulo Okamotto

Paulo Okamotto é um ex-sindicalista e ex-metalúrgico de ascendência japonesa, amigo pessoal de Lula.

Em 1989 trabalhou como tesoureiro da campanha do então candidato a presidente.

Foi presidente do diretório estadual do PT de São Paulo.

Em 2003, assume a diretoria de administração e finanças do Sebrae. Em 2005, é eleito presidente da entidade, cargo que ocuparia até 2010.

Em 2011, foi um dos fundadores do Instituto Lula e desde então é o presidente do instituto, até hoje.

Daí, não dá para duvidar a autoridade que o mesmo teria para fazer o que delatou Marcos Valério.

Alguém ainda têm dúvida?

Veja o víde:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

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