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terça-feira, 5 de abril de 2022

O curioso caso da punição covarde contra a juíza que enfrentou com unhas e dentes a bandidagem

Terça, 05 de Abril de 2022

Eventualmente falo aqui sobre o ativismo político e ideológico que assistimos no Poder Judiciário. Hoje em pauta um caso muito "curioso", em que uma juíza recebeu a punição máxima: a aposentadoria compulsória. 

Débora Faitarone, juíza no estado de São Paulo. Ela não se corrompeu, não vendeu sentenças ou cometeu qualquer crime. O curioso é que ao contrário da maioria dos casos polêmicos que geralmente envolve a bandidolatria, Débora ficou famosa por inocentar Policiais Militares.

Em 5 anos a frente da Vara do Júri, ela absolveu os policiais em três casos e rejeitou a denúncia em outro. Por outro lado, em dois casos ela aceitou as denúncias contra os agentes de segurança que foram à júri e acabaram condenados.

Mas no Brasil para muitos é bonito vitimizar criminosos e demonizar a Polícia. Oficialmente Débora foi acusada de "irregularidades administrativas", todas plenamente justificadas e desmentidas. Mas isso é mera formalidade, afinal acredita-se no que se quiser.

Outra curiosidade é que a Juíza em suas redes sociais defendia o atual Presidente Bolsonaro. Isso explica muita coisa?

O Presidente do TJ chegou a dizer que um dos motivos pra afastar a Juíza era o fato dela ser "muito amiga da Polícia Militar", como se ter bom relacionamento com a Polícia fosse errado. 

Aqui no RS já assistimos criminosos com diversas armas ilícitas sendo soltos no mesmo dia da prisão por "não representar riscos". Outros bandidos presos com cinco toneladas de maconha, também foram soltos porque alegaram na audiência de custódia que foram agredidos pelos policiais. Isso pra não citar o traficante absolvido pelo TJ por porte ilegal de arma, porque ele a usava para "defender seu trabalho".

Sabe o que aconteceu com todos esses Juízes? Nada. Talvez até batam palmas para suas ações, afinal elas vão ao encontro da narrativa ideológica preponderante. 

É importante lembrar que há muitos magistrados extremamente honrados e capacitados moral e intelectualmente no Judiciário. E estas críticas não são para eles, embora talvez possa ser "por eles".

Fonte: Jornal da Cidade Online

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