Sábado, 27 de junho de 2026

O vereador Senival Moura (PT) segue sem definição sobre possível expulsão do partido três dias após ser preso, segundo informações citadas pelo colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Até o momento, a sigla não abriu formalmente processo de desligamento.
De acordo com a coluna, o PT teria apenas encaminhado o caso à comissão de ética, sem anunciar medidas mais conclusivas ou prazo para decisão.
O caso ganhou repercussão após a prisão do parlamentar, que é citado em investigação envolvendo um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado à empresa de transporte Transunião. As informações são atribuídas a apurações em curso.
Ainda segundo a mesma coluna, há menções de que o esquema investigado teria relação com integrantes associados ao PCC e movimentações financeiras na ordem de R$ 15 milhões. Esses pontos fazem parte do conteúdo investigativo citado.
A situação também reacende debates políticos sobre a postura do partido em casos envolvendo parlamentares sob investigação judicial. Até o momento, não há posicionamento final sobre expulsão.
Em 2014, segundo registros citados na coluna, o parlamentar já teria sido mencionado em outro episódio semelhante, enquanto um familiar chegou a ser expulso do partido à época.
Opinião dos leitores
Ministro ordena que canais e parlamentares removam conteúdo, sob pena de multa.
Se excluir um, vai ter que excluir muitos…Tem q ter ter cuidado
Não dá pra saber quem rouba mais, se é a facção ou petista.


O vereador do PT Senival Moura, atualmente em seu quinto mandato na Câmara de São Paulo,
chegou a ser incluído na lista de condenados à morte pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) em 2020 sob suspeita de ter participado do
desvio de R$ 15 milhões da facção em uma estrutura paralela instalada em uma empresa de transporte coletivo dominada pela facção para fins de lavagem de dinheiro.
É mole ou quer mais? FAZ O L!!! 


Não tem como os ptistas excluir um cumpanhêro se ele tem no DNA justamente as características para ser um cumpanhêro autêntico.