Sexta, 15 de maio de 2026
“Flávio Bolsonaro, ouvir você cobrando dinheiro do Borcaro é imperdoável, é um tapa na cara dos brasileiros de bem. Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa. É preciso ter credibilidade para mudar o Brasil”, declarou o político do Novo.
A fala provocou reação imediata de Eduardo Bolsonaro, que saiu em defesa do irmão e acusou Zema de fazer julgamentos precipitados sem ouvir a versão completa dos fatos. Em publicação na mesma rede social, Eduardo afirmou:
“Não sequer ouviu o outro lado, bastou um par de horas para a ‘união da direita’, o ‘potencial vice’ se aproveita e larga esta acusação sem fundamentos. Não houve desvio de dinheiro, Lei Rouanet ou recursos públicos. Não seja tão baixo, tão vil, Romeu Zema”.
Além disso, segundo informalções, Zema abriu também uma rachadura dentro do próprio partido. A fissura provocada pelas críticas do mineiro ao parlamentar apareceu não em Minas Gerais ou no Rio de Janeiro, redutos políticos dos envolvidos, mas no Paraná e em Santa Catarina, onde as duas legendas fecharam estreitas alianças para as eleições de 2026, diz a Veja.
Flávio Bolsonaro negou qualquer irregularidade relacionada ao pedido de recursos e reforçou que o projeto não utilizou verba pública.
“No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público”, afirmou o senador.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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