Domingo, 12 de abril de 2026
Esdras é alvo de medidas do Supremo Tribunal Federal, que determinou bloqueio de contas, cancelamento de passaportes e restrição ao uso de redes sociais. Ele deixou o país dois dias após os ataques e viajou para os EUA.
De acordo com a PF, o empresário teve papel relevante na mobilização de apoiadores em Minas Gerais, onde convocava participantes para os atos.
Esdras nega envolvimento direto nas invasões e afirma que sua participação se limitou a atos religiosos.
“Eu jamais imaginaria que pessoas iam para Brasília para entrar dentro do Palácio”, disse.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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