Quinta, 16 de abril de 2026
Foto: Reprodução
Após o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinar a abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) por suposta calúnia ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quarta-feira (15), o parlamentar se pronunciou dizendo que recebeu a decisão do magistrado com “profunda estranheza” e que “o procedimento evoca práticas de censura”.
Divulgada pela assessoria de Flávio, a nota diz que a determinação do magistrado é “juridicamente frágil, uma vez que a publicação objeto do procedimento carece de qualquer tipicidade penal”.
Para o pré-candidato à Presidência da República, “a abertura deste inquérito configura uma tentativa clara de cercear a liberdade de expressão e o livre exercício do mandato parlamentar”.
Nesta manhã, Moraes determinou que a PF (Polícia Federal) abra o inquérito contra Flávio.
A representação da corporação cita uma publicação do senador, nas redes sociais, em que ele associa o petista com a imagem de Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, sendo preso e acompanhado do seguinte texto: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”.
CNN
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