Bolsonaro foi internado nesta sexta-feira (13). Por meio de boletim médico, o hospital confirmou o diagnóstico de "broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa".
O médico disse suspeitar de esofagite, gastrite e refluxo. Ele explica que, quando aspirado para o pulmão, o refluxo causa uma pneumonia aguda grave.
Já o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente, enfatizou que o pulmão do pai nunca "encheu tanto de líquido".
O boletim também indica que Bolsonaro deu entrada na unidade após "apresentar quadro de febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios", e que Bolsonaro se encontra em tratamento com "antibioticoterapia venosa e suporte clínico não invasivo".
O hospital ressaltou, ainda, que o ex-presidente deve permanecer internado para continuar o tratamento e as avaliações da equipe médica.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes a acompanhar Bolsonaro enquanto o ex-presidente estiver internado.
Ele também poderá receber a visita dos filhos, da filha e da enteada. A entrada de celulares ou outros dispositivos no quarto, porém, está proibida.
Moraes estabeleceu, ainda, a presença mínima de dois policiais militares na porta do quarto do hospital, assim como a segurança e fiscalização 24 horas por dia do paciente.

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