Terça, 03 de março de 2026
Durante sessão da CPMI do INSS foi aprovada a apreensão de seu celular, requerida pelo relator Alfredo Gaspar. De acordo com apuração realizada pelo jornalista Paulo Cappelli do site Metrópoles, ali mesmo, na frente dos membros da comissão, o empresário recorreu à tecnologia para enganar a polícia e obstruir a investigação.
Delecrode acionou os mecanismos de segurança do iPhone imediatamente após a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito aprovar a apreensão do celular. A audácia ocorreu bem na frente dos integrantes do colegiado, que não perceberam a artimanha.
Quando o empresário entregou o aparelho às autoridades durante a sessão, já não era possível acessar o conteúdo. Um relatório da Polícia Federal aponta que Delecrode desligou e reiniciou o telefone, fazendo com que o dispositivo entrasse no estado conhecido como “Antes do Primeiro Desbloqueio”.
Com isso, mensagens, arquivos, registros e demais informações ficam protegidos pelo sistema, uma vez que as chaves de criptografia são “descarregadas” da memória RAM. Nesse modo, os investigadores não conseguem acessar qualquer conteúdo sem a autenticação do usuário. Apelidado de “gênio do mal” por investigadores, Delecrode se recusou a fornecer a senha.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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