Quarta, 04 de março de 2026
A artimanha jurídica foi endereçar o pedido ao presidente da Corte, Edson Fachin.
No recurso, a defesa da empresária alega que ela é investigada do inquérito que apura a “Farra do INSS” e diz que a CPMI aprovou a quebra de sigilo dela em uma votação “em globo” sem espaço para debate.
A quebra de sigilo de Roberta Luchsinger foi aprovada pela CPMI na quinta-feira (26/2), na mesma votação em que a comissão parlamentar de inquérito aprovou a quebra de sigilo do filho do presidente Lula.
O próprio presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, já reconheceu a legalidade da votação ao decidir manter a quebra dos sigilos de Lulinha.
Fachin não pode se intrometer no caso. Precisa remeter o Mandado de Segurança para o ministro relator, André Mendonça.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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