Sábado, 21 de fevereiro de 2026
O depoimento durou aproximadamente 40 minutos. Ruth foi encaminhada ao Centro de Progressão Provisória de São Vicente. A unidade do regime semiaberto atende detentos do sexo masculino. No local, a servidora deveria receber o equipamento de monitoramento eletrônico determinado pela Justiça.
Os agentes entregaram o primeiro dispositivo com apenas 4% de bateria. A defesa considerou a carga insuficiente para o percurso de 44 quilômetros até o Guarujá. Ruth reside nesse município. A situação resultou na permanência prolongada da investigada no interior da unidade prisional.
Ruth e seu advogado aguardaram no presídio masculino por quase quatro horas. A Polícia Federal providenciou um segundo equipamento em condições adequadas de funcionamento. A defesa classificou a situação como "degradante" e "constrangedora". O jornal Estadão solicitou manifestação da Polícia Federal e da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo sobre o protocolo adotado. Não houve retorno.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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