Sábado, 07 de fevereiro de 2026
“Sinto exaustão de ver a mesma encenação repetida: ele, um personagem gasto que se leva a sério demais; ela, a caricatura do jornalismo que desistiu de si próprio. Não há grandeza ali, apenas a mediocridade confortável de quem sabe que não será confrontado.
Eles formam um par perfeito na sua pequenez. Ele fala como quem jamais prestará contas. Ela escuta como quem não ousaria perguntar. O resultado é esse teatro ridículo, onde o poder se sente amado e o jornalismo aceita, feliz, o papel de figurante obediente. Não provoca indignação - provoca desprezo. E desprezo, ao contrário do ódio, é definitivo.”
Fonte: Jornal da Cidade Online

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