Domingo, 18 de janeiro de 2026
Ele foi acusado por autoridades norte-americanas de atuar como “testa de ferro” do ex-presidente em operações comerciais usadas para driblar sanções internacionais. Ele havia sido nomeado ministro em 2024, depois de ser libertado pelos Estados Unidos em uma troca de prisioneiros.
A demissão do aliado ocorre em um contexto de aumento da pressão dos Estados Unidos sobre a Venezuela, intensificada após a operação militar de 3 de janeiro que resultou na retirada de Maduro do país.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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