martins em pauta

domingo, 11 de novembro de 2018

Relator do caso Kerinho/Mineiro quer saber dos documentos e caso pode ter reviravolta

Domingo, 11 de Novembro de 2018


O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Jorge Mussi, relator do recurso de Kericlis Alves, o Kerinho (PDT), solicitou à Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE que especifique quais documentos foram entregues pelo candidato a deputado federal no registro da candidatura em 14 de agosto.

Jorge Mussi pede ainda que o órgão explique por quais motivos eventuais documentos não eram visualizados.

Para quem não conhece a história, Kerinho teve o registro de candidatura rejeitado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) porque não entregou a documentação dentro do prazo no ato formal do registro.

Ele alega que cumpriu todas as determinações, mas no sistema não aparece a documentação de que ele cumpriu os requisitos.

Agora o caso está assim: se a documentação dele estiver no sistema do TSE e por um erro técnico não apareceu durante o processo os 8.990 votos dele serão validados e a coligação 100% RN ultrapassa a Do Lado Certo levando Beto Rosado (PP) à reeleição tirando a vaga de Fernando Mineiro (PT). Se a diligência constatar que Kerinho realmente perdeu o prazo o petista seguirá com a vaga.

Fato novo

Em nível de TRE esse mesmo pedido foi feito por Kerinho, mas foi rejeitado pelo presidente da corte Glauber Rego. A decisão de Jorge Mussi indica que os advogados de Beto que prestam serviços ao candidato a deputado federal do PDT conseguiram apresentar algum fato novo.



Blog do Barreto / Blog do BG








Pato Amarelo


Quais serão os "fatos novo$$$$$$$$$$" ???? . Estória muito estranha essa .
paulo martins


"Todos os cargos eletivos bem que podiam ser majoritários. Vereadores, deputados e senadores seriam selecionados entre os mais votados, conforme o número de vagas". A opinião, de todo pertinente, é do jornalista José Nicodemos, do Jornal de Fato.
Ele atenta para o fato de que, dessa maneira, se evitaria "o disparate" que é eleger um candidato menos votado em vez de um que tenha obtido mais votos. O que, de certo modo, configura desprezo à vontade coletiva.
Lembra ainda JN que, na democracia, deve prevalecer a vontade da maioria, jamais conveniências de ordem técnica no campo jurídico. "Maioria é maioria, e pronto", assinala.
Flauberto Wagner


Tudo isso é muito nebuloso e carregado de entrelinhas, e para ser direto muito vergonhoso, aonde se pode aceitar que é preciso primeiro ocorrer o pleito e pôr tabela o resultado, para depois se buscar analisar um processo e fazer acontecer o quê manda a legislação.
Vamos ser prático e objetivo, Mineiro não obteve os seus votos sentado na calçada, muito pelo contrário foi um luta de gigantes. Agora ficam essa seleuma é ou não é eleito. Esta situação já era para ter sido resolvida no ato do registro da candidatura do outro. Portanto, só vejo que existe uma grande força oculta com muito interessada e envolvida no processo em tela para tantas interrogações.
É vergonhoso ver que o ganhador com mérito e com pleno direito adquirido nas urnas, ser exposto é ter o cargo rifado como se ele fosse o infrator, só a nossa legislação eleitoral faculta este tipo de casuismo sem vergonha e carregado de disparate.
Flauberto Wagner


**celeuma
Felipe Ananias


Só uma dúvida. O Lula tá solto? Kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Barbosa


Pode espernear. O choro está na validade. Será mais uma limpeza. A democracia só vale quando é para imprimir o gosto do PT.

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