Sábado, 12 de setembro de 2026
Um relatório da Polícia Federal (PF) aponta que o ministro Alexandre de Moraes utilizou sua conta institucional, na madrugada de 15 de janeiro de 2024, para acessar e editar um documento relacionado a um contrato de R$ 131 milhões.
O negócio privado envolvia o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes e o Banco Master.
Um flagrante desvio que faz desmoronar a isenção que deve nortear as ações de um ministro da Suprema Corte.
Ao misturar sua atuação no STF com os negócios milionários de sua própria família, o magistrado cometeu uma grave afronta à ética da magistratura, fornecendo munição incontestável para que setores sociais e políticos exijam sua imediata responsabilização por advocacia administrativa.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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