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domingo, 30 de novembro de 2025

O lado sombrio da relação entre advogada e policial militar presos: O esquema violento de agiotagem

 Domingo, 30 de novembro de 2025



A 5ª Delegacia Regional de Luziânia conduziu a ação que levou à apreensão de diversas armas e cerca de R$ 10 mil em espécie nas residências dos investigados. As autoridades apuram o envolvimento do grupo em atividades de agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro.

Um vídeo obtido durante as investigações documenta a violência empregada nas cobranças. Em uma das gravações, uma vítima aparece agachada no chão, chorando, enquanto um homem a agride e diz:

"Tira da casa dos outros. Aqui no Goiás você vai aprender como funciona".

Na mesma sequência, após agredir a vítima, o homem ordena:

"Levanta! Cola aqui até às 9 da noite."

Quando a pessoa responde:

"Eu não sei onde está a lente do meu óculos. Não consigo enxergar".

E recebe como resposta:

"Então vai morrer atropelado."

Em seguida, Tatiane Meireles aparece gritando:

"Levanta! Levanta o braço, porra!", antes de partir para agressão.

De acordo com as investigações, Tatiane oferecia suporte jurídico para "blindar" as atividades do grupo e participava diretamente das cobranças violentas. Várias vítimas relataram viver sob intimidação constante.

Nas redes sociais, o casal mantinha uma imagem diferente. Em uma publicação no Instagram no Dia dos Namorados, Hebert escreveu:

"Em meio a esse mundo tão vazio e ausente de um amor verdadeiro […], eu só queria aproveitar esse espaço para falar dessa companheira com o coração, minha esposa, amiga, amante, mulher, parceira, sócia e eterna namorada. […] Quero continuar na luta para ser seu São José, conforme te prometi".

Tatiane respondeu à publicação:

"Você é um marido incrível, Deus nos abençoe sempre".

A última postagem de Hebert antes da prisão mostrava o perfil empreendedor do casal.

Em nota, a Polícia Militar de Goiás afirmou que tomou conhecimento da operação realizada pela Polícia Civil e declarou não compactuar com desvios de conduta. A corporação informou que adotou as medidas administrativas cabíveis e colabora com as investigações para esclarecer todos os fatos.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Gilmar anuncia separação da esposa

Domingo, 30 de novembro de 2025



Em entrevista recente, a advogada ressaltou o elo amigável e o ministro reiterou que o respeito mútuo continua.

"Cansamos de ser casados, mas não cansamos, e jamais cansaremos, de ser amigos", disse Guiomar.
"Nada muda em uma relação de muita amizade e respeito", destacou o ministro.

Kim Paim, com apenas uma frase publicada no X, resumiu toda a separação:

"Eduardo passou dos limites", escreveu, dando a entender que a Lei Magnitsky por ter sido a "pivô" da separação.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Bolsonaro pode reduzir pena lendo livros sobre democracia, ditadura, racismo e gênero; veja lista

Domingo, 30 de novembro de 2025

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado, poderá reduzir a pena lendo livros — mesma regra aplicada aos outros cinco condenados do núcleo 1 que cumprem pena no Distrito Federal.

Pelas normas do DF, cada obra lida diminui quatro dias da pena, desde que o preso participe voluntariamente do programa. O prazo para ler cada livro é de 21 dias, seguido da entrega de um relatório escrito em até dez dias.

Cada detento pode ler até 11 livros por ano, o que permite reduzir até 44 dias de pena anualmente.

A lista de obras é definida pela Secretaria de Educação do DF e inclui livros sobre democracia, ditadura, racismo e gênero — temas sem violência ou conteúdo discriminatório.

Veja alguns títulos abaixo:

  • “A autobiografia de Martin Luther King”, de Martin Luther King
  • “A cor do preconceito”, de Carmen Lúcia Campos e Sueli Carneiro
  • “A cor púrpura”, de Alice Walker
  • “Admirável mundo novo”, de Aldous Huxley
  • “A revolução dos bichos”, de George Orwell
  • “Becos da memória”, de Conceição Evaristo
  • “Canção para ninar menino grande”, de Conceição Evaristo
  • “Cartas de uma menina presa”, de Débora Diniz
  • “Futuro ancestral”, de Ailton Krenak
  • “Guerra e paz”, de Liev Tolstói
  • “Incidente em Antares”, de Érico Veríssimo
  • “Malala: A Menina Que Queria Ir para a Escola”, de Adriana Carranca
  • “Na minha pele”, de Lázaro Ramos
  • “Não verás país nenhum”, de Ignácio de Loyola Brandão
  • “O conto da aia”, de Margaret Atwood
  • “O perigo de uma história única”, de Chimamanda Ngozi Adichie
  • “O príncipe”, de Nicolau Maquiavel
  • “O sol é para todos”, de Harper Lee
  • “Pequeno manual antirracista”, de Djamilla Ribeiro
  • “Presos que menstruam”, de Nana Queiroz
  • “Tudo é rio”, de Carla Madeira
  • “Um defeito de cor”, de Ana Maria Gonçalves
  • “Zumbi dos Palmares”, de Luiz Galdino
  • “1984”, de George Orwell
  • “1968: o ano que não terminou”, de Zuenir Ventura

Para ter acesso ao benefício, contudo, Bolsonaro e os outros presos do núcleo 1 da trama golpista precisam pedir aval ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Isso porque o magistrado foi o relator do inquérito em que ambos foram condenados.

Bolsonaro e outros réus detidos no DF podem sugerir novas obras caso se juntem a clubes do livro dentro das unidades prisionais onde estão presos.

Com informações de Metrópoles e g1

Contato : (84) 9 9151-0643

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