Sexta, 02 de Janeiro de 2026
De acordo com informações militares, os alvos faziam parte de um comboio monitorado por órgãos de inteligência norte-americanos. A identificação foi feita pela Força-Tarefa Conjunta Southern Spear, que classificou os operadores das embarcações como integrantes de organizações consideradas terroristas pelos Estados Unidos. Relatórios indicaram que os barcos utilizavam rotas tradicionais do tráfico e haviam realizado transferências de drogas entre si pouco antes do ataque.
No primeiro momento da operação, a embarcação que liderava o comboio foi atingida por forças norte-americanas, resultando na morte de três integrantes do grupo criminoso. Já os ocupantes dos outros dois barcos abandonaram as embarcações e se lançaram ao mar antes das ações seguintes, que culminaram no afundamento total dos alvos.
Após o encerramento dos ataques, o Comando Sul dos Estados Unidos acionou imediatamente a Guarda Costeira para conduzir operações de busca e salvamento na área. As Forças Armadas reiteraram que os indivíduos envolvidos estavam ligados a organizações formalmente designadas por Washington como terroristas.
A ofensiva faz parte de um movimento mais amplo de endurecimento das ações norte-americanas no Caribe. Nos últimos meses, Washington intensificou a pressão sobre atividades ilícitas associadas ao regime de Nicolás Maduro, na Venezuela, ampliando o emprego de meios militares e elevando o narcotráfico regional ao status de ameaça estratégica.
Autoridades norte-americanas afirmam que a operação segue o mesmo modelo de campanhas anteriores contra redes criminosas transnacionais, reforçando o compromisso dos Estados Unidos com o combate ao tráfico internacional de drogas e à atuação de grupos considerados hostis à segurança regional.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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